A cidade do Rio está à frente de São Paulo em praticamente todos os indicadores / Foto Cleomir Tavares/ Diario do Rio

Com frequência, o jornal britânico The Economist patrocina, através de sua Unidade de Inteligência, a realização de um estudo que ranqueia 60 cidades do mundo todo de acordo com 76 indicadores que medem a segurança de uma cidade, dentro dos campos digital, de saúde, de infraestrutura, de meio ambiente e, claro, a segurança das pessoas. Desta vez, os pesquisadores tiveram o desafio de medir a segurança das cidades durante a pandemia, quando, por exemplo, a segurança digital – devido ao isolamento social – se tornou muito mais importante.

O ranking – cuja última edição foi feita em 2019 – demonstra que a renda e o fator transparência continuam fortemente relacionados à capacidade de uma cidade estar dentre os primeiros colocados. De 2019 para cá, as cidades que vinham liderando as últimas edições (Tóquio, Singapura e Osaka), perderam a hegemonia para Copenhague e Toronto. Nosso Rio de Janeiro está na 39a. colocação, à frente de São Paulo.

O prefeito Eduardo Paes (PSD) celebrou a excelente colocação da cidade no quesito Segurança Ambiental, quando o Rio alcança a oitava posição no mundo, à frente de cidades como Zurique, Amsterdam e Nova Iorque. Este quesito avalia, em cada cidade, o seu planejamento sustentável, incentivos a energias renováveis e sustentáveis, iniciativas de economia verde, gestão de resíduos, capacidade aqüífera, qualidade do ar e cobertura de florestas urbanas. Paes também celebrou a posição do Rio à frente de outras cidades brasileiras no ranking geral.

O Rio também performa razoavelmente no quesito ‘segurança pessoal’, quando pontua em 36o. lugar, à frente da capital paulista, que está em 40o. A cidade está quase reprovada na segurança na saúde, quesito em que perde para cidades como Jacarta, Casablanca e Quito.

O conceito de ‘Smart City’ são sistemas de pessoas interagindo e usando energia, materiais, serviços e financiamento para catalisar o desenvolvimento econômico e a melhoria da qualidade de vida de uma cidade. Segundo a wikipedia, cidade inteligente é uma cidade que usa tipos diferentes de sensores eletrônicos para coletar dados e usá-los para gerenciar recursos e ativos eficientemente. Incluindo dados coletados de cidadãos, dispositivos que são processados e analisados para monitorar e gerenciar sistemas de tráfego e transporte, usinas de energia, redes de abastecimento de água, gerenciamento de saneamento básico, detecção de crimes, sistemas de informação, escolas, livrarias, hospitais e diversos outros serviços para a comunidade.

Enquanto a maioria das cidades trabalha claramente para se tornar uma ‘smart city’ (cidade inteligente), o Rio ainda pontua mal na ‘segurança digital’, que se torna cada vez mais importante, à medida que o isolamento social fez com que o cidadão utilizasse mais e mais os meios digitais para pagar, receber, trabalhar e até mesmo interagir em família.

9 COMENTÁRIOS

  1. Segurança ambiental? Que ridículo e mentirosa matéria.
    Não há uma água corrente que não esteja poluída. Nem a água para consumo escapa. Quase todos os morros da cidade estão ocupados de favelas. A fiação das ruas estão todas cortadas e jogadas ao chá. O jornalista que escreveu isso, deve ter trocado esta matéria por muita cocaína.

  2. Kkkkkkk absolutamente ridículo!!
    The Economist,The Guardian não cansam de escrever matérias mentirosas!!!O marida da Glen do intercept ,escreve matérias praquele pasquim !!!Dá pra confiar num jornal desses?Como confiar nessa mídia comprada por Soros,China e toda essa cambada ?Não tem credibilidade alguma!!!

  3. Hilário, como ainda existe matéria de jornalista fajuta. O Rio é a pior cidade da América latina. Tem: ladrões, policiais parasitas e corruptos, vagabundo pra dá de pau e sem contar que a cidade está infectado de Zé droguihas…. Os rios não são limpos, ruas com buracos, falta saniamento básico etc… Falta tudo…

  4. O responsável por verificar a segurança no Rio de Janeiro deve ter passado a semana no Leblon ou Jardim Botânico (Rio de Janeiro segundo Manoel Carlos).

  5. Matéria fajuta, vem aqui na laguanas da Abelardo Bueno e adjacências pra sentir o cheiro insuportável de esgoto, lixo espalhado, falta de fiscalização pra quem joga lixo nas ruas nos terrenos baldios etc. Tomar vergonha Eduardo Paes, nas ciclovias todos as tampas dos buracos foram furtadas pelos, é um risco pedalar cheias de buracos pelos furtos das tampas. /Esse repo’rter deve ter sido subornado pra mentir dessa maneira, ao invés de comemorar, trabahla no sentido de recuperar esses esgoto que envergonha a nossa cidade outrora maravilhosa

  6. Provavelmente o repórter que gerou o relatório ao passar por aqui no RJ e em SP bebeu muita cachaça para nos elencar em tão privilegiada posição em listagem global. Olhando pelo subúrbio e pela zona oeste, não precisamos ser gênios que em coisas básicas e comezinhas como cidadania e ordem urbana estamos muito mais próximos do interior da África que da Suíça.

    Não conseguimos nem por nosso lixo na lixeira. Não conseguimos nem deixar de estacionar na frente de garagens. Que falar em “smart city”!

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