Rio pode se transformar em um dos maiores produtores de energia eólica offshore do Brasil

Os projetos em andamento podem gerar mais de 300 mil empregos, com captação de recursos da ordem de US$ 85 bilhões

Governo do Estado quer transformar o Rio no maior polo produtor de energia eólica off shore do Brasil / Divulgação

Com 9 projetos de energia eólica offshore em fase de licenciamento ambiental no Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (IBAMA), o Estado do Rio de Janeiro pode se tornar um dos principais polos de geração deste tipo de energia no Brasil. Caso sejam aprovados, os projetos devem representar um quarto de todo o investimento nacional no setor, sendo que, nos próximos anos, o Rio pode atrair mais de US$ 85 bilhões em recursos.

O governador Cláudio Castro (PL) destacou a importância da diversificação da matriz energética no Estado, bem como os benefícios por ela trazidos, especialmente no que diz respeito à geração de empregos.

“Esse segmento é considerado fundamental, em todo o mundo, para a diversificação sustentável da matriz energética. Por suas características, o litoral fluminense oferece vantagem competitiva para o desenvolvimento do polo de energia eólica offshore, e também conta com uma cadeia de serviços já consolidada. Nosso governo tem procurado entender as demandas do setor para buscar soluções que agilizem a implantação dos projetos e, assim, possibilitar também a geração de milhares de empregos e mais renda para a nossa população,” explicou Cláudio Castro.

O secretário de Desenvolvimento Econômico, Energia e Relações Internacionais, Cássio Coelho, que se reuniu com a empresa Neoenergia nesta segunda-feira (13/06), validou as declarações do governador, além de destacar o quanto a mudança da matriz energética no Rio pode ajudar a indústria naval.

“Esses projetos possibilitarão o aumento da segurança energética estadual, importante fator competitivo para atração de novos investimentos, e arrecadação tributária. Podem representar ainda a criação de novas demandas para a indústria naval fluminense, como contratos para navios lançadores de cabos de energia, navios guindastes para lançamento das torres, embarcações para transporte das torres, pás e complementos e para manutenção das usinas. Possibilitará, também, a atração de fabricantes das pás e complementos,” afirmou o secretário.

A Secretaria de Desenvolvimento Econômico vai promover, no dia 22 de julho, um seminário sobre energias renováveis.

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2 COMENTÁRIOS

  1. De onde sai o chute de 300.000 empregos?

    Além disso, vale dizer, dos US$ 85 bilhões de investimento em eólica offshore pelo menos uns 70% são equipamentos fabricados no exterior e trazidos para montagem aqui.

  2. O Governador do Estado do Rio de Janeiro, CLÁUDIO CASTRO e o Secretário de Desenvolvimento Econômico, CÁSSIO COELHO estão de parabéns. A autosuficiência enérgica é de fundamental importância para o Desenvolvimento Econômico Sustentável. É o Rio de Janeiro no rumo certo!

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