Comércio do Saara / reprodução: Internet

Levantamento do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) aponta que o Rio de Janeiro gerou mais de 16 mil postos de trabalho em junho deste ano. O estado ficou, mais uma vez, em 3º lugar no ranking nacional de geração de empregos formais, mantendo sua trajetória positiva dos últimos meses. Foram analisados 5 setores de atividades econômicas e todos apresentaram crescimento, especialmente o setor de serviços, com 9.060 vagas abertas.

Os segmentos de Comércio e da Indústria também apresentaram uma tendência de crescimento de abertura de vagas: 4.097 e 1.614 postos de trabalho, respectivamente. O desempenho fraco entre os setores analisados ficou à cargo da Construção e da Agropecuária, que registraram 841 e 390 vagas abertas, respectivamente.

O governador do Rio, Cláudio Castro (PL), destacou o esforço que o estado tem feito para alavancar a economia fluminense, através da concessão de linhas de crédito aos empreendedores em dificuldades. “Estamos trabalhando para a retomada da economia fluminense. Programas como as linhas de crédito do SuperaRJ são essenciais para os negócios que sofreram com a pandemia da Covid-19. Os indicadores apontam um caminho de recuperação, e queremos continuar crescendo ainda mais nos próximos meses”, comentou Castro.

Outra boa notícia é que o mercado está contratando mão de obra de pessoas mais jovens. Mais de 50% das novas vagas em junho foram preenchidas por candidatos entre 18 e 24 anos. A contratação por nível de escolaridade evidenciou que trabalhadores com nível médio foram os preferidos pelo mercado no atual contexto. Mais de 80% dos contratados tinham o ensino médio completo. Quanto ao recorte de gênero, homens e mulheres foram contratados de forma equilibrada: 50,53% dos homens conquistaram uma oportunidade no mercado, enquanto as mulheres ocuparam 49,46% dos novos postos gerados.

O secretário de Trabalho e Renda, Léo Vieira, mostrou-se otimista quanto aos movimentos do mercado nos últimos meses. Para ele, as ações implementadas pelo Estado têm surtido efeito, mesmo que de forma lenta. “Esse resultado já aponta para uma melhora nos números da empregabilidade do nosso estado, uma das maiores preocupações do governador Cláudio Castro. Acredito que as ações que conseguimos implementar estão abrindo novas perspectivas para a economia fluminense e, em consequência, ampliando o número de oportunidades de trabalho, destacou o secretário.

Bons números

O o Rio de Janeiro apresentou, no acumulado dos últimos seis meses, um saldo de 64.418 postos formais. Nos seis meses anteriores, entre julho de 2020 e dezembro de 2020, foram criadas 61.787 vagas de emprego. O último semestre apresentou um crescimento de 4,26% no saldo de empregos em relação ao anterior.

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