Fotos: Janine Moraes/MinC

O ex-prefeito de Niterói, Rodrigo Neves, em pronunciamento nesta segunda-feira, 05/07, na sede do PDT, no centro da cidade do Rio, sem citar diretamente o deputado Marcelo Freixo, pré-candidato do PSB ao governo do estado do Rio de Janeiro, lançou farpas em direção ao oponente, com quem ele deve disputar  votos à esquerda nas eleições do ano que vem.

“Nós somos uma alternativa a quem não tem capacidade de ampliar as alianças, não tem capacidade de ampliar e não tem experiência de governança. Isto é muito sério, haja vista o que aconteceu com o governo Wilson Witzel, que nos deixou numa situação ainda pior. Não quero falar em nomes, mas não dá para colocar o Estado do Rio na mão de uma pessoa que nunca administrou nada na vida. É uma irresponsabilidade. Nós temos um estado com 200 mil servidores na ativa. Um estado com orçamento projetado de R$ 70 bilhões e um déficit de R$ 20 bilhões. É uma encrenca do tamanho do mundo. Que está uma pouco aliviado pelo preço do barril do petróleo e pela venda da Cedae” afirmou Neves

Em sua fala, Rodrigo Neves também chamou as igrejas a participarem da frente que pretende liderar em defesa do Rio de Janeiro. Ele lembrou, ainda, os programas sociais para atenuar os efeitos da pandemia em Niterói, lançados por ele e continuados por Axel Grael, que garantem o pagamento de salários de funcionários de pequenas empresas e de igrejas durante a pandemia causada pelo Coronavírus.

13 COMENTÁRIOS

  1. Neves tá deixando o carioca sonhar. Imagina o melhor prefeito da região metropolitana, com experiência e sem intenção de usar o RJ de trampolim eleitoral, eleito. Nosso estado finalmente vai poder se recuperar dos últimos marginais.

    • Concordo plenente com você. Esta coisa deveria ser escrachada da sociedade do rio de janeiro. Tudo que está coisa fez até hoje, foi prejudicar, fomentar a tragédia da família e apologia ao crime.

      • Humm…a família Bolsonaro? Com certeza. Problema do Freixo só não ter tido nenhum cargo majoritário e não realmente pouca chance de formar alianças para ganhar e se sair bem num cargo assim, mas foi combativo e a favor da cidade e do Estado sempre que foi necessário. O resto é boato.

  2. O Brizola afundou o Rio. Tanto que diversas empresas foram para São Paulo na época. E a polícia tem que meter bronca na favela sim, pois são fábricas de bandidos.

    • Lauro, é verdade isso que vc escreveu, mas a mídia e a esquerda abjeta escondem isso, Brizola foi o começo da desgraça que se abatou sobre o Rio de Janeiro, foi o começo de tudo, em vez de combater a favelização criou redutos de bandidos que hoje comandam a cidade. Enquanto não fizermos como Madrid, que acabou com as favelas, o RJ não voltará a sorrir jamais.

  3. Verdade! Os CIEPS formaram marginais e não serviam pra nada. Pra que serve educação, direcionamento e cultura por profissionais da área de.ensino para crianças e adolescentes se temos YouTube e Whatsapp?!
    Contém ironia.

  4. Vale tanto quanto o Freixo… ou esqueceu q Brizola iniciou a destruição do Rio quando proibiu a Polícia de entrar nas comunidades? Farinha do mesmo saco…

    • Pode na favela a polícia meter o pé na porta do barraco, mas para entrar na sua casa tem que ter Mandado.
      Quanta hipocrisia.
      Brizola deixou o Rio de janeiro em 1993 e vários governos do PSDB passaram por aqui, e ainda a culpa é do Brizola?

      • Meu caro, não pode nem um nem outro, mas quando o traficante se esconde dentro do barraco e usa a família de escudo (ou não), a polícia pode entrar sim, é a lei, e todos nós estamos abaixo da lei, ocorre que traficantes não se escondem em casa legalizada no asfalto, eles procuram redutos onde podem traficar em paz , com sossego, com vista privilegiada e rotas de fuga à vontade, essa é a verdade, quem é militar sabe, quem está encima se defende mais facilmente do que estando embaixo, fica só mandando bala nos policias e nos moradores, para impedir o avança, essa é a tática dos bandidos.

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