A quantidade de coisas erradas que acontecem, hoje, nas 24 horas do dia, no Rio de Janeiro, é absolutamente incontável, formando uma barreira intransponível levantada pela cidade informal, à frente da cidade legal que já quase não existe mais, vez que está sucumbindo às frequentes más administrações e com isso ao caos instalado.

Camelôs, não só nos camelódromos, mas em todas as vias públicas de grande movimento, inviabilizando o comércio pagador de impostos.

Má utilização dos quiosques da orla marítima que não se contentam em cumprir a lei, abusando das algazarras e da música ao vivo que avançam por todas as madrugadas adentro.

Comércio de drogas a céu aberto na orla marítima. Buracos nas pistas de rolamento das ruas, sem conserto, alguns do tamanho de pequenos automóveis. Porque não escrever, crateras!



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Bicicletas, patinete, entregadores em triciclos, skates, patins, bicicletas elétricas, motos de todos os tamanhos, nas calçadas. Ladrões em bicicletas, na contramão das ruas, roubando, atropelando e infernizando pedestres.

Mendigos a dar com o pau, dormindo embaixo das marquises, munidos dos cachorros que emocionam as madames passantes, bebendo cachaça à vontade e enchendo o saco de quem vem andando desavisado.

Sujeira generalizada nas ruas dando a impressão de que estamos não no Rio, mas em Mumbai. Moradores das ruas, dormindo ao relento, fazendo sexo, se agredindo, ameaçando transeuntes, almoçando, jantando, lavando roupa e às vezes( vária por dia), fazendo suas necessidades nas calçadas.

Entregadores em caminhões, fora de hora, empatando o trânsito e criando confusão em vias vicinais, empatando a vida na cidade. Mercadorias de lojas e supermercados, diariamente, espalhadas nas vias de acesso, desrespeitando a cidadania e impedindo a passagem confortável de quem necessita trabalhar, estudar ou apenas, ir e vir.

Outdoors humanos e ambulantes, aos gritos, comprando e vendendo de tudo. De rodelas de abacaxi, até ouro, passando por quibe e esfirras. Enfim, esse é o retrato do Rio de Janeiro, capital cultural do meu país, cidade onde nasci, vivendo um dos piores momentos desde a fundação. Se achou pouco, querido leitor. Dê um pulo na cracolândia da Central do Brasil e divirta-se.

4 COMENTÁRIOS

  1. Ronado, li sua mensagem hoje falando com relação ao que aconteceu ontem em Copacabana, vc tem toda razão e vou mais longe acho que não tem retorno meu amigo infelizmente.
    Daqui a pouco vamos ter melícia em Copa não está longe, já tem morador de rua dizendo que mora a tempos naquele espaço e bati no peito e ninguém faz nada. Vc vai para a praia antes de pisar na areia vc já é acharcado pelos barraqueiros ( todos com caras e jeitos de bandidos ) o que é isso gente.
    As famílias não tem coragem de sair de casa de noite um absurdo.
    Estamos em LUTO

  2. CONCORDO PLENAMENTE, NUNCA VI A CIDADE TÃO SUJA E ABANDONADA COMO ATUALMENTE, AS FONTES E MONUMENTOS TODOS DISTRUIDOS, UMA VERGONHA, CARTÃO POSTAL DO PAÍS. MENDIGOS E DROGADOS POR TODA PARTE, AMBULANTES SEM CONTROLE, SEM FISCALIZAÇÃO, SEM ORDENAMENTO.

  3. Tá incomodado? Ajude a mudar a situação ou mude-se. Se a situação econômica estivesse ótima, não haveria necessidade de tantos ambulantes, pois sua quantidade é inversamente proporcional a quantidade de empregos formais. A população de rua a mesma coisa… Então como empresário e advogado, faça algo que não seja limpeza social, que acho ser sua única preocupação. Ah e deixe de votar nos mesmos corruptos de sempre. Análise bem os novos políticos e quem os apoia, isso ajuda bastante.

  4. Só li verdades!
    O Rio está uma bagunça!
    E ainda tem o comércio legal também avançando com suas mercadorias sobre as calçadas. Alguns até marcando lugar, chegam a isolar a área fora do horário para nenhum concorrente – também irregular, o ambulante – tome o espaço.

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