Foto: Reprodução Internet

A fim de conscientizar a população para o descarte, a coleta e a destinação ambientalmente correta de lampadas fluorescentes depois que elas queimam, a Associação Brasileira para Gestão da Logística Reversa (Reciclus) disponibiliza um total de 52 pontos de coleta espalhados por toda cidade.

De acordo com a Reciclus, as lâmpadas fluorescentes possuem componentes que demandam um fluxo específico na coleta e destinação final. Por isso, o descarte incorreto, como no lixo comum, pode acarretar diversos problemas ambientais.

O programa compreende apenas as lâmpadas de uso doméstico, dos seguintes tipos: fluorescentes compactas e tubulares; de vapor de mercúrio, sódio ou metálico; e luz mista. Não há limite para descarte, desde que seja realizado por consumidor doméstico.

Participam do programa apenas as lâmpadas de uso doméstico, dos seguintes tipos: fluorescentes compactas e tubulares; de vapor de mercúrio, sódio ou metálico; e luz mista. Não há limite para descarte, desde que seja realizado por consumidor doméstico.

A iniciativa envolveu diversos segmentos da sociedade e atende à determinação da PNRS (Política Nacional de Resíduos Sólidos), a Lei Federal nº 12.305/2010 que fala na responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos e na logística reversa (LR) como soluções para o descarte correto de itens que podem causar danos ao meio ambiente.

Segundo a Associação, entre os meses de agosto de 2017, quando ocorreu a implantação do primeiro ponto de coleta, e agosto de 2019, foram coletadas na cidade do Rio de Janeiro 5,2 toneladas de lâmpadas, o que representa 35.713 unidades.

Para saber o ponto de coleta mais próximo de sua residência, basta acessar o site.

A implantação dos pontos de coleta segue os critérios técnicos indicados no Acordo Setorial, como número de habitantes, área urbana, densidade populacional, domicílios com energia elétrica, poder aquisitivo, infraestrutura viária e acessibilidade.

A Reciclus é uma organização civil sem fins lucrativos, criada pelos principais importadores de lâmpadas, para atuar como entidade gestora do processo, seguindo um modelo de operação autossustentável.

2 COMENTÁRIOS

  1. No acordo setorial não exclui as pessoas jurídicas (mas eles não recebem de pessoas jurídicas) e não esclareceram que não é “de graça”. O acordo setorial estabeleceu um custo adicional às lâmpadas para que nós consumidores (pessoas físicas ou jurídicas), ao comprarmos estes produtos, já estamos pagando o custo de reciclagem.

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