Sankhya, a ‘Oracle brasileira’, pode se mudar para o Porto Maravilha

A Sankhya pode investir R$ 10 milhões na mudança para o Porto Maravilha; Atualmente, ela conta com 800 clientes no Rio. Todavia, o negócio ainda não foi fechado.

O moderno e belíssimo Vista Guanabara, no Porto Maravilha / Foto: Prefeitura Rio

Com 50 unidades de negócio, em 23 estados do Brasil, a empresa mineira de sistemas de gestão, Sankhya, pode estar avaliando mudar-se para o Porto Maravilha. Apelidada de “Oracle brasileira”, a empresa conta com 1800 funcionários e 14 mil clientes, tendo recebido um investimento de R$ 425 milhões do fundo soberano de Cingapura em 2020. É uma das maiores potências do ramo.

Segundo o Jornal O Globo, a Sankhya estaria investindo milhões de reais numa locação de espaço de alto padrão, no bem sucedido edifício Vista Guanabara, uma realização da GTIS Partners e da Autonomy Investimentos. A previsão seria de que, até o final do ano, 125 pessoas estejam trabalhando nas dependências da empresa, que deve ocupar 500m2 do belíssimo e moderno edifício, que tem quase 90% de ocupação e vem sendo considerado um símbolo do sucesso dos corporativos na região do Porto.

A mudança seria uma estratégia da Sankhya, que possui 800 clientes na cidade, para ampliar e consolidar a sua atuação no mercado local. Para os edifícios modernos do Porto Maravilha, que registram uma das menores taxas de vacância do Rio, é mais uma excelente notícia. Em se concretizando a locação, quase 100% do prédio estaria ocupado, um sucesso semelhante ao do portentoso Aqwa, da Tishman Speyer, que também beira os 100% de ocupação. Lá, sequer é possível almoçar sem enfrentar filas quilométricas nos restaurantes.

O Vista Guanabara é um empreendimento imponente. Com um projeto arquitetônico de uma torre, que parece ser dupla, o prédio conta com 17 pavimentos, um pavimento de acesso, quatro subsolos e quatro garagens elevadas. Uma de suas proprietárias, a Autonomy, comprou o terreno de 27.000m2 onde fica o Moinho Fluminense, feliz com o sucesso do prédio comercial.

A Amil é um das empresas instaladas no edifício. A gigante da saúde fechou contrato de aluguel de pelo menos seis lajes corporativas, ocupando uma área equivalente a 12 mil metros quadrados, para fazer a unificação das suas unidades – as principais na Lapa e na Barra da Tijuca -, e alojar mais de 2.500 trabalhadores.

O arrojado edifício também abriga a Granado e o banco chino-brasileiro Bocom BBM, que ocupam cada um dois andares do prédio. O Vista Guanabara possui a Certificação LEED Gold do GBC (Green Building Council Brasil). O LEED (Leadership in Energy and Environmental Design) é um selo de qualificação destinado às construções que seguem padrões internacionais de sustentabilidade.

O Vista Guanabara fica em frente ao prédio da L´Oreal, fazendo divisa com os bairros da Gamboa e da Saúde. A edificação também é próxima a um dos pontos históricos mais importantes do Rio de Janeiro, o Cais do Valongo, local de desembarque de escravos provenientes da África no século XIX.

Com informações do jornal O Globo e do Diário do Porto. Segundo informações do Mercado Imobiliário obtidas pelo DIÁRIO, porém, a locação ainda não estaria fechada.

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