Foto: Thais Dutra

Neste final de semana que passou (dias 14, 15 e 16), ocorreu a 5ª edição do Festival Saravá, na ilha de Florianópolis (SC), em dois palcos diferentes: palco centro e palco praia. A edição deste ano tomou dimensões muito maiores que as edições anteriores, em gênero, número e grau, literalmente. Além de ter mais representatividade feminina (50% das atrações), o festival contou com um número maior de bandas, vindas de diversos lugares (9 estados), e, ao mesmo tempo, fomentou a cena independente de Santa Catarina.

A primeira noite (14) do festival foi de nascer o terceiro olho no meio da testa. A psicodelia toda aconteceu no palco centro, localizada na caverninha mais querida da ilha, a Bro Cave. O line up contou com as bandas Glue Trip (PB), BIKE (SP), e as anfitriãs, Frabin e MENAGE. Já a segunda noite (15) aconteceu no palco praia, no Veredas Tropical, na beira da praia da Barra da Lagoa, e foi marcada pela participação feminina em peso, um show mais intenso que o outro! As atrações foram Marissol Mwaba (SC), Napkin (SC), Três Marias (RS), Mulamba (PR), Ave Sangria (PE) e Nômade Orquestra (SP) com Russo Passapusso (BA) da Baiana System, que ganhou, na noite anterior, o Grammy Latino de melhor álbum, “O futuro não demora (2019)”.



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O terceiro e último dia do Festival Saravá, e além das diversas expressões artísticas simultâneas (bambolês, danças com fogo, exposições de arte, oficina de percussão), teve a discotecagem feita pela DJ Cadê Tereza e a participação dos seguintes grupos: Adorável Clichê (SC), BRVNKS (SP), Muñoz(SC, em show de lançamento do novo disco), Nação Zumbi (PE), El Efecto (RJ) e Machete Bomb (PR). Sem esquecer de mencionar a lua nascendo no mar: um público querido e diverso foi banhado pela luz dela. Ilha da magia, Saravá! Que venham os próximos!

Cobertura: Thaís Dutra e Fernanda Freigberguer. Texto de Thaís Dutra.

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