Marcelo Queiroz na cobertura da Prefeitura
Foto: Divulgação

O Centro Administrativo São Sebastião, também conhecido CASS, ou Piranhão, onde fica a sede da administração municipal do Rio de Janeiro, na Cidade Nova, ganhou um Projeto de Eficiência Energética que permitirá uma economia de R$ 2,2 milhões no consumo de energia elétrica, por ano.

A iniciativa inclui a troca de mais de 22 mil pontos de iluminação por lâmpadas de tecnologia LED, a instalação de painéis fotovoltaicos para a produção de energia elétrica a partir da radiação solar, a implantação de um sistema de automação na central de água gelada para operacionalizar todos os chillers do sistema de ar condicionado; e a troca da centrífuga do ar condicionado central prevista para ser realizada entre outubro e novembro.

A implementação do sistema fotovoltaico será concluída até setembro e, até o mês de novembro, a Concessionária de Energia Elétrica Light fará a ligação desse sistema à rede de energia elétrica.

Já as lâmpadas fluorescentes que iluminam a sede da Prefeitura do Rio de Janeiro serão totalmente substituídas até fevereiro de 2019.

A reforma será possível graças ao prêmio recebido pela Prefeitura num chamamento público feito pela Light. O Projeto de Eficiência Energética do Centro Administrativo São Sebastião conquistou o primeiro lugar entre outros entes da administração pública que concorreram. O bom resultado gerou verba de aproximadamente R$ 6 milhões para desenvolvimento da 1ª etapa do Diagnóstico de Eficiência e Sustentabilidade do Centro Administrativo São Sebastião.

O projeto apresentado à Light nasceu de um relatório elaborado em 2015 e intitulado Diagnóstico de Eficiência Energética do CASS. O plano está alinhado ao conceito de sustentabilidade buscado para a cidade. E possibilita a adoção de práticas sustentáveis nas instalações prediais da sede da Prefeitura.

A meta é melhorar a qualidade de vida dos servidores no ambiente de trabalho e oferecer conforto aos cidadãos que chegam ao Centro Administrativo São Sebastião à procura de serviços públicos. Além, claro, de gerar economia para os cofres públicos, com a redução no consumo de energia”, disse o secretário municipal de Meio Ambiente do Rio de Janeiro, Marcelo Queiroz.

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