Sergio Cabral O governador Sergio Cabral não é exatamente uma figura envolvida com as mídias sociais. Só foi ter site, twitter e afins na época próxima a campanha. O que nos dias de hoje acho um pouco down. Se não dá para ser um Cesar Maia e ter o email pessoal aberto, que pelo menos tenha um site, pelo menos para manter os eleitores mobilizados.

 

A equipe de campanha de Cabral teve uma idéia que parecia ótima, fazer uma entrevista pelo Twitter com o candidato. Mas… não era exatamente isso que aconteceu. As perguntas tinham de ser enviadas entre 18 hs e 18:30, seriam escolhida 15 e respondidas a partir das 18:30.

É claro, óbvio, mais que óbvio, ululante, que a maioria seriam de chapa branca, perguntas que poderiam estar no programa de Tv de Cabral. Tanto que a mais difícil feita pela jornalista @pathaddad (noiva do grande @brunofontes), que perguntou quando seria regularizada a distribuição de remédios para transplantados, o governador se enrolou disse que havia problemas pontuais e uma hora depois teve de se corrigir dizendo que o remédio está em falta há duas semanas… acho que Cabral tinha razão quando dizia que não queria ir aos debates.

 

Bem, não foi uma entrevista por Twitter. Acho que seria se fosse feita usando o Twitcam por exemplo, era só não ler as perguntas de trolls (e iam ter vários xingando, podia ser a Madre Tereza que ia ter gente enchendo). Ou mesmo ter uma página no Formspring, o candidato a Senador Cesar Maia já respondeu mais de 4400 perguntas por lá.

 

E, claro, responder os contatos pelo próprio Twitter sempre? Não precisa ser todo mundo, imagina como seria, mas alguns? Por que não? A internet é uma ferramenta de duas mão, vai e volta. Não é Tv, jornal, rádio, que é monólogo, é diálogo. Cabe aos políticos aprenderem isso, nem que seja na marra.

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