Profissionais da educação do Município do Rio de Janeiro foram surpreendidos com valores menores em seus contracheques. Os descontos foram no auxílio transporte e do benefício por difícil acesso retroativos a meados de março deste ano.

“Eu e muitos colegas achamos estranha esssa situação. Ninguém foi avisado. Foi um susto, mesmo”, disse Felipe Macedo, professor da rede municipal.

O vereador Célio Lupparelli (DEM), presidente da Comissão de Educação, enviou, neste sábado, um ofício ao prefeito Marcelo Crivella, pedindo que reconsidere a medida.

Segundo Lupparelli, é preciso considerar que no,  modelo de trabalho home office imposto pela pandemia, existe o custo financeiro com o aumento do consumo da energia elétrica e da internet, além da utilização de equipamentos próprios, para viabilizar a comunicação em meio virtual.

“O desconto retroativo sem aviso prévio é uma medida injusta e apelo à sua humanidade para que seja realizado o cancelamento desses descontos e, no caso de total impossibilidade do mesmo, que haja a reversão do quadro de desconto retroativo a março de 2020”, pediu o vereador no ofício ao prefeito.



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