Sinaleiras em áreas residenciais viram pesadelo para moradores da Freguesia

Com alertas sonoros ensurdecedores, principalmente durante à noite, os equipamentos vem tirando o sono e a paciência de quem vive na Rua Geminiano Gois

Sinaleira em garagem de condomínio (Foto: Reprodução)

Limitadas por lei em áreas residenciais do Rio, as sinaleiras de garagens se tornaram um verdadeiro drama para os moradores de um condomínio na Freguesia, Na Zona Oeste do Rio. Eles alegam que o alerta sonoro vem perturbando o sossego e tirando o sono da vizinhança da Rua Geminiano Gois.

Os residentes alegam que já fizeram inúmeras reclamações junto a Subprefeitura de Jacarepaguá e a Guarda Municipal, um deles, no dia 01 de novembro, mas o problema persiste, o ruído ensurdecedor para por alguns meses e depois retorna, muitas vezes, indo noite a dentro e por períodos demasiadamente longos, relatam os moradores.

Ainda de acordo com com quem vive no local, no dia em que foi aberto o chamado, a Guarda Municipal informou que equipe de atendimento “observou circunstâncias de segurança no local que inviabilizaram a execução do serviço“, sem especificar quais foram as circunstâncias.

A Subprefeitura de Jacarepaguá informou que uma equipe da Coordenadoria de Atendimento ao Cidadão (CAC), que fiscaliza a perturbação do sossego, foi enviada ao local na noite do dia 4 de novembro para verificar a denúncia e o não atendimento anterior da Guarda Municipal.

Durante a verificação, os agentes do CAC informaram que não houve constatação de irregularidade, contudo, os agentes orientaram a síndica do condomínio, que afirmou que o problema na sinaleira seria sanado a partir de segunda-feira, dia 8/11, o que, segundo os moradores não aconteceu.

Em nota enviada ao DIÁRIO DO RIO, a Guarda Municipal informou que “Diante da nova denúncia, a solicitação foi encaminhada para a CAC, que enviará novamente uma equipe ao local”.

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1 COMENTÁRIO

  1. É a velha cultura da falta de empatia que domina a cidade do Rio. Um condomínio que instala esse tipo de dispositivo só está pensando no lado dele e que se dane os vizinhos.
    E o pior é a incompetência dos órgãos fiscalizadores. As respostas que esses canais de comunicação (1746, por exemplo) dão ao cidadão são rasas e desconexas, o que passam a sensação de respostas automáticas sem nenhum propósito real de sanar as demandas da população.
    Por experiência própria, aqui no meu bairro, sinto-me extremamente frustrado quando recebo esse tipo de devolutiva no 1746 por parte dos setores responsáveis.
    Falta profissionalismo e vontade de atender a população.

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