Foto: José Lucena/Futura Press/Estadão Conteúdo

De acordo com Gilberto Cesar Alencar, vice-presidente do Sindicato dos Empregados das Empresas de Asseio e de Conservação (Siemaco-Rio), excesso de tarefas atribuídas à Comlurb, como limpeza de escolas, poda de árvores e capinagem, aliado à redução das equipes, prejudicou as atividades rotineiras da empresa.

“A limpeza dos bueiros, por exemplo, já chegou a ser semanal. Hoje, em geral, ocorre uma vez por mês. A situação é mais crítica em ruas próximas a comunidades. Como o programa gari comunitário foi reduzido, a qualidade da limpeza nas favelas piorou, e parte desses detritos acaba descendo com as chuvas”, disse Alencar ao site do Jornal Extra.

A Comlurb confirmou, através de nota, que o efetivo de garis comunitários caiu nos últimos anos de 2.192 para 663, mas que parte desses funcionários foi substituída por servidores concursados. A empresa não informou com que periodicidade limpa os ralos, mas que prioriza aqueles localizados em pontos de alagamentos. Este ano, segundo a estatal, mais de 300 mil bueiros foram desobstruídos por mês.

Durante e após as chuvas desta segunda-feira, 11/11, muitas ruas da cidade do Rio de Janeiro ficaram alagadas.

2 COMENTÁRIOS

  1. Aliás , não é somente o Rio de Janeiro é as 5 regiões do Brasil !! , O povo brasileiro deveria ter mais educação a não jogar lixo no chão e ver se ele joga o lixo na cama?, e principalmente nas periferias das comunidades e no subúrbio só se ver esgoto saindo pelos bueiros e outra coisa é os catadores de lixo espalham tudo pelas calçadas em via pública e também arrancam os fios da telefonia , roubam hidrômetro das residências em plena luz do dia ,ar condicionado nas residências e etc… .Em fim deveria ter os órgãos públicos fiscalizar….
    ..??

  2. E está errado em se atribuir à Comlurb a limpeza de escolas públicas?
    Errado mesmo é colocá-la em eventos privados, como Rock in Rio e eventos esportivos.

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