Karina Maciel e Maria Céu - Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal

Certamente, para quem gosta de animais, os bichinhos de estimação acabam se tornando membros da família, e o carinho e zelo com eles é sempre o maior possível. Em meio a isso, nesta semana, uma moradora de Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, viveu – e ainda está vivendo – uma situação que comprova o sentimento.

Na última segunda-feira (12/07), Karina Maciel Vieira descobriu, através de uma ultrassonografia, que sua cadela, Maria Céu, uma labradora de 9 anos, estava com uma infecção uterina, chamada de piometra, sendo considerada grave por ser fechada, isto é, sem secreção.

A partir disso, Karina, sem condições financeiras de arcar com o processo para tentar salvar a vida da cachorrinha, iniciou uma mobilização junto a amigos e familiares para tentar arrecadar dinheiro para custear todas as despesas, como exames, internação, cirurgia e remédios, que, no total, ficam em torno de R$ 3 mil.

Paralelamente, conforme a ideia foi se propagando, a dona de Maria Céu também criou uma vaquinha virtual para tentar chegar ao valor pretendido. Até o fechamento desta matéria, dos R$ 1 mil solicitados via financiamento coletivo, Karina já havia conseguido R$ 585. Segundo ela, isso foi crucial para ajudar sua cachorrinha.

”Cheguei em casa movendo meus familiares, mandando áudios completamente desesperada. Depois, me acalmei e busquei equilíbrio para começar a correria de internação na segunda-feira mesmo. Sem recursos nesse momento, minha única forma de realizar a cirurgia seria pedindo ajuda. E foi a melhor coisa que eu fiz! Além de estarmos perto do valor total das despesas, recebi mensagens de força e de carinho que, nesse momento, são alicerce e trazem conforto e segurança para manter a fé”, explicou.

Vale ressaltar que Maria Céu foi operada na terça (13/07), devido a uma pessoa próxima à Karina ter emprestado o dinheiro de maneira adiantada para a realização da cirurgia. Agora, sua preocupação é angariar a grana para pagar a dívida com o ”anjo da guarda”.

”Através disso eu vi o quanto somos especiais, o quanto as pessoas gostam da gente. Eu não imaginava que essa corrente do bem fosse nos ajudar tanto. É cíclico, é natural, acontece. O susto já passou. Hoje eu consigo respirar em paz”, disse Karina.

Os interessados em ajudar Karina, além do próprio financiamento coletivo, podem entrar em contato com ela via WhatsApp (21 98260-3889) ou Instagram, onde ela apresenta toda a prestação de contas da situação.

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