Praça: Saens Pena

Após 100 dias, a Subprefeitura da Grande Tijuca comemora os primeiros resultados e afirma que os trabalhos só irão se intensificar. Segundo a Subsecretaria, a equipe continua circulando diariamente pelas ruas dos 7 bairros que assiste (Andaraí, Alto da Boa Vista, Grajaú, Maracanã, Praça da Bandeira, Tijuca e Vila Isabel), identificando os problemas e acompanhando de perto os serviços solicitados e programados para a região.

Segundo o subprefeito Wagner Coe, o maior desafio desta gestão está sendo reorganizar a região, que apresenta mazelas acumuladas: “Fizemos um levantamento cuidadoso e ouvimos bastante os moradores, nesse primeiro momento procuramos resolver de imediato algumas demandas prioritárias, como melhorar as condições precárias das vias públicas e praças, requalificar o espaço urbano para melhorar a qualidade de vida da população“.

Resgatar a confiança e a autoestima do morador da região estavam entre os objetivos primordiais estabelecidos para esses primeiros 100 dias de gestão e, segundo a Subprefeitura, diversas ações foram realizadas no intuito de aproximar o cidadão e alcançar essa meta. O projeto Subprefeitura Itinerante passou por 4 praças, registrou solicitações e ouviu os anseios e reclamações do contribuinte. Por intermédio da subprefeitura mais de 1.121 solicitações foram atendidas.

Um mutirão de serviços revitalizou mais de 15 praças e o parque Recanto do Trovador, em Vila Isabel, que ganhou novo complexo esportivo e trouxe de volta a frequência das famílias e de aves nativas, que estavam desaparecidas.

Foram realizadas, além de ações rotineiras e necessárias de limpeza urbana e conservação, ações de ordenamento urbano em prol da preservação da vida para evitar e reprimir aglomerações, fiscalizar o comércio de ambulantes e feirinhas ilegais, acolher moradores em situação de rua, vistoriar áreas de risco nas comunidades, remover veículos abandonados em áreas públicas.

Em parceria com outras secretarias inúmeros serviços foram realizados. A operação “Tapa-buracos” tapou mais de 2.246 buracos, 1.132 caixas-ralo foram limpas e desobstruídas, 1.843 podas de árvores realizadas, 4 comunidades foram higienizadas, 1.529 lâmpadas foram trocadas e mais de 61 ruas receberam a nova iluminação em LED, pelo projeto Luz Maravilha.

Outro grande problema que vem sendo tratado com atenção e cuidado é a quantidade crescente de moradores em situação de rua e vulnerabilidade, um aumento significativo, especialmente durante a pandemia. A subprefeitura da Grande Tijuca vem realizando ações contínuas e conjuntas com a secretaria de Assistência Social e já obteve algum êxito, foram realizadas 2.225 ações de acolhimento, 1.164 pessoas foram acolhidas e 622 encaminhamentos realizados.

O subprefeito já esteve pessoalmente em 29 comunidades da região e fez algumas reuniões com líderes comunitários e presidentes de associações de moradores para alinhar as principais ações, que possam contribuir com a vida das pessoas e melhorar as condições de cada local. A Grande Tijuca tem 37 comunidades e segundo Wagner Coe, todas precisam de atenção e cuidados.

Queremos cuidar da Grande Tijuca como um todo, cuidar das pessoas e atender aos anseios de toda população. Conheço cada pedacinho dessa região, onde vivo há mais de 37 anos, entendo as dificuldades, enxergo bem as carências e os problemas a serem enfrentados, pretendo não parar um dia sequer enquanto não arrumarmos a casa, estamos estabelecendo prioridades e trabalhando duro para trazer o orgulho tijucano de volta“, garantiu Wagner Coe.

Outra conquista foi o projeto ‘Campo dos Sonhos’, um golaço com uma parceria inédita, entre a subprefeitura da Grande Tijuca e o clube Regatas do Flamengo, que beneficiará milhares de jovens inscritos nos projetos esportivos de 8 comunidades da Grande Tijuca.

2 COMENTÁRIOS

  1. Sou tijucano raiz, moro no coração da TJK e até agora não vi nenhuma melhoria por onde passo e frequento na Tijuca. Acho q primeiro tem q começar a beneficiar quem mora no asfalto, por exemplo muitas ruas esburacadas (só acompanhar os círculos amarelos no chão, mas infelizmente haja tinta e tempo), tem muitos moradores de rua, nojento por exemplo a praça do largo da segunda feira. As comunidades chegaram depois, construções irregulares inclusive da Floresta da Tijuca e que acompanho da minha janela. Tijuca é muito mais do que um bairro rodeado de favelas. Pagamos IPTU alto (meu 2.500,00 anual), água, luz, condomínio, gás, funesbom, operadoras de tv e internet, etc. Quem tem mais direito a um lugar digno de se morar, o morador do asfalto que paga em dia todos os seus impostos ou o favelado? Parem de politicagem e vamos trabalhar de verdade!

  2. E quando a Subprefeitura da Zona Sul vai apresentar o seu balanço dos primeiros 100 dias? Seria interessante para verificar o que foi realizado no Leblon. Mas ao que parece nada foi realizado, tendo em vista o estado de desordem urbana que o bairro apresenta.

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