Além dos deslizes éticos, ter ido muito mal no debate da Band, e de ser o pior candidato a governador do Rio na opinião deste site (vídeo abaixo), o candidato Romário (PODEMOS) ainda terá dificuldades em conseguir votos entre os eleitores conservadores, em especial do Bolsonaro, no Rio de Janeiro.
Mas por que Romário afastaria o voto conservador? É que em caso de vitória do Baixinho, quem assume é seu 1º suplente, um comunista histórico, filiado ao PCdoB desde os idos de 1975, que chegou a ser demitido de duas montadoras de veículos por coordenar greves no ABC paulista na época dos governos militares. O presidente estadual do PCdoB do Rio, João Batista Lemos.
Para quem não se lembra, em 2014, Romário foi candidato a Senador pelo PSB, em uma chapa que tinha como candidato a governador Lindbergh Farias (PT) e ainda apoio do PCdoB de Jandira Feghalli.
A situação fica ainda mais tragicômica se lembrarmos que o candidato a vice de Romário, Marcelo Delalori (PR), já declarou que seu presidenciável é Jair Bolsonaro (PSL), até tentou mudar seu nome de urna para Marcelo “Bolsonaro” Delalori para colar mais a imagem no capitão da reserva. E que ao votar em seu companheiro de chapa está, indiretamente, colocando um comunista no Senado. Coisas da política carioca.

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