O famoso jacaré, aquele surf de peito que todo carioca que se preze já fez, e chamado por outros de bodysurf poderá se juntar ao sotaque carioca, a torcida do Flamengo e ao biscoito Globo com mate e se tornar patrimônio cultural da cidade do Rio de Janeiro. É o que prevê um projeto do vereador Fernando William(PDT), que propôs o Projeto de Lei nº 742/2018.

De acordo com o vereador Fernando William, a grande alavancada do surfe de peito no Brasil se deu com a evolução do surfe de prancha. “A cada manobra nova do surfe de prancha, o surfe de peito acompanhava. Os bodysurfers simplesmente despencavam nas grandes ondas. Posteriormente, com a evolução, foram surgindo manobras, como o tubo, parafusos e estilos diferenciados“.

No país, o Rio de Janeiro é o celeiro da modalidade. Considerado um esporte de resgate, o surfe de peito é uma categoria em ascensão que, a cada dia, domina as praias cariocas. Os adeptos do “jacaré” inventam, diariamente, novas manobras e estendem os limites, surfando ondas que ultrapassam os sete metros. Para isso, é preciso muita técnica, calma interior e discernimento para escolher as ondas certas, em pouco tempo.

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