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O estudo publicado no dia 25/8, produzido pela consultoria britânica Quacquarelli Symonds (QS) – um dos mais respeitados rankings acadêmicos do mundo – coloca a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) em primeiro lugar no Brasil. Nessa 11ª edição da lista, 416 instituições da América Latina foram avaliadas. Na região latino-americana, a UFRJ ficou em nono lugar pela quarta vez consecutiva.

De acordo com a reitora Denise Pires deCarvalho, é preciso mais investimento do governo federal na UFRJ para avanço da instituição.

“Foi com muita satisfação que recebi a notícia de que nós nos mantivemos neste rankingcomo a primeira universidade federal do Brasil em qualidade, e isso apesar dos cortes orçamentários que as universidades federais vêm sofrendo. Considerando todo o enfrentamento dessa crise sanitária – que, por enquanto, é a maior deste século –, mantermo-nos nesta posição no ranking é uma boa notícia, embora o que nós todos desejamos seja que possamos avançar: melhorar e ficar entre as primeiras da América Latina. As universidades federais brasileiras têm essa capacidade, têm essa pujança. Se o orçamento for recomposto, nós conseguiremos continuar nesse projeto de desenvolvimento do Brasil, que foi, nos últimos anos, estancado pelos cortes orçamentários, pela crise econômica, que não preservou essas instituições de Estado que deveriam ser preservadas de cortes orçamentários, porque, na verdade, o investimento em educação garante a maior geração de emprego e renda para todos os países que investem nessa área. Aguardamos a recomposição orçamentária, esperamos o respeito e o fortalecimento das nossas instituições para que possamos avançar nos rankings e ficar entre as primeiras da América Latina. Esse é um sonho que precisa se tornar realidade”, destaca.

A média da UFRJ na pesquisa foi de 91 pontos, de um total de 100. Ao todo, oito quesitos foram avaliados: rede de pesquisa internacional; publicações por faculdade; quantidade de professores com doutorado; impacto na internet; citações por artigo; artigos por faculdade; reputação acadêmica; reputação entre empregadores.

14 COMENTÁRIOS

  1. Para visualizar a realidade… só ver o exame do PISA, onde o Brasil está em 178° ou 179° (não me recordo qual dos dois), entre 180 países kkkkkkk… desde 2012 fica em penúltima ou antepenúltimo, entram países novos, acaba caindo mais kkkkkk… ridículo isso..

    • Kkkkkk coitadinho!!!
      Estudei lá na década de 70 qdo ela era a melhor universidade da América Latina,e não precisava puxar saco de ninguém pra ganhar preminho!!Vi o q aquilo lá se tornou…kkkkkkk um lixo!!
      Prédios limpos,funcionando…porém desde 90 uma feira livre pelos corredores!!!Volume de trabalhos,não significam nada!!!Contam até trabalhos sobre como dar o fiofó com conforto!!
      O pior é qdo se vê,gente defendendo lixo,pois quem se refestela com merda,nela pretende ficar!!

    • Ai coitado!Estudei lá na década de 70 filhote,e como entrei num curso ,e depois troquei estudei em todos os campi(menos o do centro).
      Já vc enche a boca(se é q estuda lá mesmo),para defender um lixão!!!O primeiro passo para sair do lixo,é reconhecer q é um lixo!!!Se a pessoa nasceu nesse ambiente e se conforma ,aí já é outra estória!!!Kkkkkkk…
      Esse orgulhozinho de ter estudado ou estudar lá, é coisa de idiota….a verdade tem q ser dita…
      Conheço muitos coçadores de saco q “trabalham” lá,ganham muito bem e nada produzem…
      Muito poucos fazem pesquisas relevantes..
      Esses prêmios avaliam espaço,número de alunos de docentes,volume de trabalhos publicados…..Volume é diferente de relevância,meu caro!!Acorda!!!

      • Concordo com a Cristina, meu tio estudou na COPPE há muito tempo e realmente o passado de glórias já passou, as públicas hoje são antros de esquerda e coçadores de saco, a pesquisa é quase zero, isso acontece no Brasil todo apesar de o orçamento ser BILIONÁRIO para as federais, praticamente o mesmo que muitas univesidades boas do mundo, mas os resultados são pífios, sem nenhuma relevância para alavancar o Brasil, não temos nenhum Nobel, não temos inventos revolucionários para indústria, patentes que dariam dinheiro para a universidade, infelizmente no Brasil as públicas só sobrevivem com dinheiro do Tesouro, nada fazem pra ganhar o próprio dinheiro como acontece nos EUA. Olha o Canecão, fechado depois que a UFRJ assumiu. O Museu da Quinta que pegou fogo por incúria dos gestores, só não tem mais desgraça por que alguns poucos fazem o mínimo, tem gente boa, mas são minoria.

  2. A estrutura pública deve ser eficiente, não um sugadouro de recursos. A UFRJ, tal como todas as demais, sofre do mesmo mal: a grossa maioria dos recursos é consumida em salários, restando nada para investimento. Dado que ela tem autonomia para decidir o orçamento no sentido até de abrir os concursos, ela acabou por escolher essa situação de inchamento. No setor público, a despesa com pessoal cresce ainda que não se contrate mais. Então, a contratação deve ser muito bem pensada e calibrada.

    Como nunca é bem pensada e calibrada, ficam os funcionários depois chorando que falta dinheiro para tudo. O ponto é que o Brasil é um país pobre e não pode ficar bancando aumentos orçamentários a torto e à direita. Aliás, foi gastando sem limite que nós chegamos ao endividamento de mais de 80% do PIB.

    Ter boa avaliação é apenas OBRIGAÇÃO da UFRJ, depois dos bilhões de reais enterrados lá. Queremos que seus funcionários deem mais seus sangues pela coletividade e reclamem menos – uma vez que já são privilegiados salarialmente em relação aos demais cidadãos desta república.

    Antipático? É, mas verdadeiro.

  3. Já esperando a choradeira de gente acéfala que vive para bater palma pra falta de investimentos na educação e que ajuda um desequilibrado na destruição e chacota internacional do país

  4. Kkkkkkkkkkk A PIADA DO ANO!!!
    Mafuá do cacete!!Caindo aos pedaços…professores razoáveis talvez só os de medicina,engenharia e de uns míseros departamentos de pesquisa com parceria pp!!!Fora isso,desde o final da década de 80,q aquilo ali é um lixão!!

    • Querem quem? A universidade é sua, por acaso? Você é daqueles que acham que universidade pública pertence a todos e é de graça? Não existe gratuidade, NÓS todos pagamos, minha senhora, a sociedade sustenta toda essa mega estrutura de nababos e privilegiados, e, veja, custa caro, MUITO CARO, o orçamento da UFRJ é BILIONÁRIO!!!!! E os resultados pífios, praticamente é um escola de terceiro grau atolada em um esquerdismo atrasado de defensores de ditaduras. Universidade, minha cara, não é pra todos, é pra quem pode, não estou falando de dinheiro, dela ser exclusiva para pessoas abastadas, mas é pra quem pode dar retorno ao país, afinal é toda sociedade que paga. O Brasil, mas isso é a MINHA opinião, devia se focar nas escolas técnicas, devia ter uma em cada esquina, para pegar essa mão de obra semi-analfabeta das favelas, formar técnicos competentes com mercado de trabalho garantido. Talvez vc não saiba, mas sempre teve muio emprego no Brasil a rodo, só que é para pessoas preparadas, esse pessoal que mal sabe andar e falar ao mesmo tempo não tem chance. Universidade é pra quem pode chegar lá e dar retorno. NMHO.

      • Assino embaixo!

        O pessoal pode vir a te chamar de elitista, mas educação é de certa forma elitizar – e sendo um país pobre a gente tem que direcionar recursos de maneira a dar mais resultados rapidamente. E não é na universidade que isso traria mais dividendos: mas nas escolas técnicas.

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