FERNANDO MAIA/RIOTUR

Está na hora de enviar uma cópia de “Revolta de Atlas” para a Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro, porque tem umas leis que, só Ayn Rand salva. Por exemplo, o Projeto de Lei n° 1.459/2019 do vereador Rafael Aloisio Freitas (MDB), que reserva um espaço para a cerveja ou chope artesanal em eventos esportivos nos estádios de futebol.

A medida estabelece que 20%, no mínimo, do total de cervejas e chopes nos estádios sejam rótulos de origem artesanal de empresas formalizadas e instaladas no município. Será considerada artesanal aquela cerveja ou chope cujo extrato primitivo contenha no mínimo 80% de cereais maltados ou extrato de malte – conforme registro no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – produzido por pequenas empresas.

A responsabilidade pelo cumprimento da lei será da administração do estádio de futebol e do titular do espaço de comercialização de cervejas e chopes. Em caso de descumprimento, o infrator poderá ser punido com penas que podem variar de advertência e multa até a suspensão ou cancelamento do alvará de funcionamento.

O parlamentar destaca que o mercado de cervejas artesanais no Brasil cresceu quase 40% desde 2016 e pode expandir ainda mais se receber estímulo. “A medida reúne duas paixões nacionais, gerando emprego e renda, além de mobilizar toda a cadeia tributária envolvida, ao tornar mais convidativo o ambiente de negócios de nossa cidade“, afirmou.

Vale lembrar que muitas cervejarias fecham exclusividade com os estádios, gerando receita para a administração dos mesmos. E, convenhamos, se a cerveja normal já é cara nos estádios, imagine a artesanal…

1 COMENTÁRIO

  1. TÁ FEDENDO o velho método de “criar dificuldade prá vender facilidade”. Quer ganhar “unzinho” ($$$$) das grandes cervejarias pra retirar o projeto? Ou já tem a empresa dele, prontinha pra fornecer em algum estádio? Ou se tem, está aberto a parcerias? Enfim, FEDE, ainda mais em um momento que precisamos é de mais liberdade econômica e menos cartorialismo.

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