Pelo jeito o impeachment do mais bispo que prefeito Marcelo Crivella (PRB) é algo que tem muito mais chances de acontecer do que presume o pessoal da IURD e seus aliados. De acordo com a coluna de Berenice Seara, a Câmara de Vereadores se movimenta para mudar o artigo da Lei Orgânica do Município que prevê que em caso de afastamento do Prefeito e vice-prefeito com mais de 12 meses de mandato, se realizará uma eleição direta, ou seja, com voto dos cariocas.

Acontece, que tanto a Constituição Federal, quanto a estadual, prevê eleições indiretas em caso de afastamento do Prefeito e Vice-Prefeito com menos de 2 anos de mandato. E é isso que alguns dos nossos vereadores querem, como Crivella não tem vice, um afastamento já no ano que vem teria uma eleição indireta.

E fiquem de olho, quem votar a favor da mudança, certamente votará pelo impeachment. É que em caso do impedimento do bispo-prefeito, quem assume é o poderoso presidente da Câmara, Jorge Felippe (MDB), e adivinhem quem a Câmara deve escolher como o sucessor de Crivella…

E os vereadores, e cariocas, tem motivos de sobra para estarem cansados do Bispo, que parece que esqueceu de governar a cidade e está apenas ali de figuração. As últimas é que ele queria se afastar da Prefeitura para tomar conta da campanha do filho Marcelinho para deputado federal e a outra foi a escolha de Sarah Jane Crivella como 1ª suplente de Eduardo Lopes na campanha para o Senado da República. Veja os comentários de Bruno Kazuhiro sobre o tema:

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