08/05/2020 Governador Wilson Witzel, acompanhado do ministro da saúde, Nelson Teich, visita instalações do hospital de campanha do Célio de Barros Fotos de Rogério Santana

Prepare-se para dois meses em casa, devido a pandemia do COVID-19 de acordo com especialistas ouvidos pelo governador Wilson Witzel (PSC), se estima que a vida só começará a voltar ao normal no estado do Rio de Janeiro em meados de julho, é o que informa o jornalista Gabriel Mascarenhas na coluna de Lauro Jardim, em O Globo.

Medidas mais duras já vem sendo tomadas, como a restrição apenas para carro de moradores em 8 bairros do Rio de Janeiro. E outras mais vem por aí, já que o pico do novo Coronavírus deve ser no fim deste mês de maio.

Enquanto isso, fiquemos em casa.



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1 COMENTÁRIO

  1. Que assim seja. Pois 3 meses de quarentena não é para qualquer um não, isso acarreta doenças psicólogicas, distúrbios mentais e depressão. Na China, a COVID 19 começou em dezembro e em março o País declarou o fim do surto tendo o isolamento social acabado em abril. Até houve festa na cidade de Wuhan. No Brasil começou no fim de fevereiro. Esperemos que acabe logo e que a ciência e os profissionais de saúde achem a vacina logo. Enquanto isso, vamos fazer nossa parte: Ficar em casa para achatar a propagação do vírus cada vez mais. Nunca tive tanto tempo para ler livros e atualizar filmes e séries. Esperamos também que quando toda essa tristeza diminuir consideravelmente, nossos gestores, lideranças e políticos façam a parte deles também: de recuperar a economia e a vida cotidiana em todas as esferas. Epidemias existem e sempre continuarão existindo. É bem provável que a próxima epidemia ocorra daqui a um século. A última epidemia que mais matou gente no Rio foi a Gripe Espanhola e Febre Amarela no fim do século 19 e começo do século XX. Tivemos outra epidemia na década de 70 mas de proporções menores. Mas nenhuma epidemia se compara a Peste Negra na Europa, dizimou mais de milhões de pessoas na Europa. É bem interessante vermos as histórias das epidemias e crises sanitárias. E outra coisa: quando for decretado a normalidade e a volta às praias se prepare para um espetáculo. As areias irão ser tomadas e veremos um reveillon fora de época. Serei um dos primeiros pois realmente estou com MUITAS saudades de dar um mergulho

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