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O início das aulas no município do Rio de Janeiro está marcado para o dia 24/02. Por conta disso, a Comissão de Representação para Acompanhamento das Ações de Retorno às Aulas Presenciais na Rede Municipal de Ensino do Rio de Janeiro deu início às vistorias nas escolas da capital nesta quarta-feira (10/02). A medida é para avaliar as condições das estruturas das unidades escolares e verificar se mas mesmas podem receber os alunos no próximo dia 24.

A primeira unidade avaliada foi a Escola Municipal Polônia, em Magalhães Bastos, Zona Oeste do Rio.A escola recebeu a visita do vereador Márcio Santos (PTB), presidente da comissão, que constatou que o estabelecimento nunca passou por nenhuma grande reforma, apenas por reparos feitos pela atual diretoria. Na unidade é possível ver infiltrações e vazamentos de água em várias salas de aula. Uma delas já parcialmente interditada por conta do desabamento de parte do teto. Além disso, há janelas que não abrem, algo inconcebível nesse momento de pandemia.

O CIEP Padre Paulo Corrêa de Sá, em Realengo, também na Zona Oeste, apresenta problemas semelhantes. As salas de aula não têm ventilação adequada, uma vez que as persianas são fixas. O CIEP também apresenta vazamentos e poças de água. No entanto, o maior problema da unidade não está dento, está fora dos seus domínios: a violência, que aumentou muito no entorno, segundo a diretora da unidade, Marilene Barbosa de Sá.

As vistorias das escolas do município do Rio constarão em um relatório no qual serão descritos todos os problemas encontrados, bem como as sugestões necessárias para que eles sejam resolvidos. O documento será tornado público para uma possível avaliação por parte dos órgãos competentes.

As vistorias foram acompanhadas pelos vereadores Luciano Vieira (Avante), Waldir Brazão (Avante) e Victor Hugo (MDB), integrantes da Comissão.

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