Influencer Luciana de Farias, conhecida como Luciana Studies no Instagram, morre após complicações da Covid (Foto: Reprodução / Instagram)

A youtuber e influencer Luciana de Farias, de 20 anos, morreu no último sábado (02/10), no Rio, em decorrência de complicações geradas pela Covid-19. A confirmação do falecimento da estudante de odontologia foi divulgada nas redes sociais pela família de Luciana, que não deu mais detalhes sobre o estado de saúde da jovem nos últimos dias.

Luciana tinha mais de 150 mil inscritos em seu canal no YouTube, onde apresentava a rotina de uma estudante de odontologia. No Instagram, a influencer digital tinha mais de 50 mil seguidores.

Amigos e seguidores lamentaram a morte da jovem, que era tida com fonte de inspiração, especialmente entre os mais novos.

“Meus sentimentos aos familiares, muito triste”, afirmou uma seguidora.

“Você foi muito importante pra mim, no meu meio estudantil. Obrigada por me influenciar tanto obrigada por tudo. Eu nunca vou te esquecer. Descanse em paz”, disse outra internauta.

A MFT School, escola especializada em cursos de Odontologia, postou uma nota de pesar em seu perfil.

13 COMENTÁRIOS

  1. Todas as vacinas oferecem 100% de imunização; nunca teve alguém que se vacinou contra sarampo, caxumba, rubéola, poliomielite etc e ficou doente. Somente as vacinas desse Covid 19 acontece de ficar doente e até morrer depois de vacinado, isso é genocídio. Estão fazendo o povo de COBAIA e ainda matam.

  2. quer dizer que a morte dela é culpa dos negacionistas que não tomaram a vacina??? fim da picada falar uma bobagem dessa! nem sabem se ela estava vacinada ou não , lugar nenhum fala a respeito! bando de gado vacinados! tomem vergonha nessa cara! a culpa é do vírus, a culpa é do corpo dela que não aguentou, a culpa é, se ela tomou a vacina, dessa vacina que não funciona! Enfiem vacina teste nos seus corpos! nos seus filhos! problema de vocês, mas não culpem quem não quis participar desse experimento bizarro ! Depois gado é quem pondera, pensa, avalia! gado são vocês! que ainda apoiam medidas tiranas de vacinação compulsória! meu corpo minhas regras! é o lema das feministas aborteiras!!!

  3. Meus sentimentos à família e amigos!
    Lamentável perda de uma vida. Não sei se era negacionista ou se, por circular num meio predominante, tenha sido vítima daqueles que são.

    Por isso a vacinação tem que ser forçada mesmo que não definido como crime e resulte pena privativa de liberdade a desobediência, bastando o impedimento do exercício amplo de certos direitos*, como temos com a imposição de passaporte de vacinação.

    (*) O direito individual restringido pelo bem do coletivo por motivo relevante proteção de bem jurídico que são a vida e a saúde.

  4. Nessa área de odontologia tem muita gente negacionista…
    Pior que não tomam vacina, sendo responsáveis por ajudar na circulação do vírus.
    Impressiona-me não ser obrigatória a vacinação de profissionais da saúde e da odontologia para que possam exercer a profissão…
    Devia ser fechado o estabelecimento, suspenso o profissional e multado, quando não preso, se verificado que exercia a profissão enquanto infectado.

    Daqui a pouco vem o pessoal que pede tolerância zero (só para crimes grotescos), intervenção militar defender a não vacinação obrigatória.

      • Depois de comentar não vi no perfil dela nenhuma foto tomando vacina apesar de gostar de postar muitas fotos… Ela morreu em duas semanas depois que postou sua última foto aparentemente bem de saúde.

        A vacinação completa do indivíduo não significa que não será infectado. Tem variação entre as vacinas quanto ao método utilizado (RNA, vírus inativo ou pedaço do vírus) e há variação da imunidade de organismo para o outro.

        Citando outras doenças, sarampo, caxumba é possível pegar… Ocorre que a cobertura vacinal é grande o suficiente para impedir a circulação – era, porque voltaram…

        No Covid cujo vírus tem a particularidade de maior mutação em menor tempo porque ainda não controlado, uma pessoa vacinada, infectada, terá potencial menor de espalhar para terceiros e de desenvolver formas graves – logo, deixando a doença sob controle se ampla for a vacinação.

        É só lembrar das aulas de biologia. Vou ser bem didático.

        Num organismo onde o vírus penetra e encontra alguma defesa. Mais lento será seu avanço, logo, também para espalhar. Claro que presente comorbidades é vencível. Então, vacina não será garantia nesse caso. Mas quanto menor força ele chegue ao organismo maior a probabilidade de recuperação.

        Seu sogro que morreu depois de tomar 2 doses pode ter contado com a má sorte de ter no ambiente onde se infectou alguém que não tomou nenhuma dose e, portanto, o vírus estava a toda potência lançado contra o organismo dele, que caso ainda portador de alguma comorbidade, levou a pior…

      • Ainda especulando sobre a jovem, que contava com 150 mil seguidores. Complementando o que mencionei de não ser visto foto da moça tomando vacina, e apesar de postar muitas fotos de máscara (EPI comum na área), também não tinha nenhuma postagem falando de vacina, da importância da vacinação etc.
        Pode até ter se vacinado e ficado sem jeito de postar pois, como citei num dos comentários, sua área é repleta de negacionistas, bolsominions…

      • Mas não tenho bola de cristal para afirmar que ela não tomou vacina. Nem ela é obrigada a postar foto, e por escolha e conveniência, também pode ter preferido não abordar assuntos polêmicos de forma a não ter antipatia de ninguém quanto ao assunto… mas posso afirmar que a Campanha de vacinação tem que ser mais efetiva e dura.

  5. Mesa área de odontologia tem muita gente negacionista…
    Pior que não tomam vacina, sendo responsáveis por ajudar na circulação do vírus.
    Impressiona-me não ser obrigatória a vacinação de profissionais da saúde e da odontologia para que possam exercer a profissão…
    Devia ser fechado o estabelecimento, suspenso o profissional e multado, quando não preso, se verificado que exercia a profissão enquanto infectado.

    Daqui a pouco vem o pessoal que pede tolerância zero (só para crimes grotescos), intervenção militar defender a não vacinação obrigatória.

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