No mundo todo quando uma eleição termina, outra campanha começa. A situação no Brasil está esquisita a ponto de não dar segurança sobre o fim da atual campanha. Mas, se a eleição de 2022 estiver encerrada, logo, logo, se entrará nas considerações sobre as eleições municipais e nesse campo o Rio de Janeiro é o nosso motivo.
Aqui, a força do novo movimento nacional, o bolsonarismo, venceu a eleição no primeiro e no segundo turno. Quem, este movimento, com votos, representa o Rio? Ninguém melhor do que o próprio presidente, que jamais seria candidato à Prefeitura do Rio, porque, se conseguir ser menos rabugento, poderá retornar à Presidência da República em quatro anos. Flávio Bolsonaro será o nome certo.
Eduardo Paes está todo cheio de si pela vitória nacional do Lula que ele atribui ter sido com a contribuição também dele. Por isso, ele tudo fará para ter um dos seus no ministério e a preferência, provavelmente, será pelo Soranz. Se Lula deixar, Eduardo colocará tantos ministros quanto consiga fazer, mas Soranz será prioridade, imagino. Com isso, Eduardo Paes abrirá vagas na Câmara dos Deputados para cumprir o que prometeu a quem o ajudou a eleger os da preferência dele. Preferência de verdade!
Ocorre que há adversidades pela frente.
A primeira será o declínio da imagem do Lula. Tudo se encaminha para um acontecimento bem rápido, que começará na escolha dos ministros e ocupação da máquina pública. Nomes e biografias que farão a gente de boa-fé que votou nele corar a face quando estiver diante dos filhos, amigos, parentes e netos.
A segunda adversidade virá com o estado da economia. O Brasil não está pronto ainda para aguentar um novo tranco de um Estado inchado com gente de competência duvidosa e cheia de vontades pessoais. Teremos problemas na economia em pouco tempo.
A terceira adversidade, bem grave quando se faz referência ao Rio de Janeiro, é a qualidade de vida prejudicada pelo crescimento do crime, se dará, sem dúvida, com a presença em Brasília de um presidente que nunca assumiu um papel relevante no combate ao crime. Pelo contrário. Sempre foi permissivo. E quando se tem a qualidade de vida do povo como indicador, o Rio permanece perdendo.
Flávio Bolsonaro, Portinho, Cláudio Castro e as forças que Jair Bolsonaro ativou no Rio de Janeiro são fortes o suficiente para dar um novo rumo à Cidade. Mesmo, que Lula dê ao Eduardo Paes o que ele e Sérgio Cabral lhe entregaram no tempo áureo das Olimpíadas e da Copa, pode não ser suficiente, já que, toda a ajuda que deram foi transformada num monte de escombros que encontram a melhor representação na Ciclovia Tim Maia e no BRT.
Quem sabe? A política é capaz de criar situações incríveis, que parecem ser, no primeiro momento, razão de glória para no final serem motivos de choro.
Este é um artigo de Opinião e não reflete, necessariamente, a opinião do DIÁRIO DO RIO.
Nunca li tanta merda em um único texto. Fumou ou cheirou mt pra viajar tanto assim!
Ridículo, tendencioso e sonhador.
Deus nos livre dessa praga dessa “familia”!! Pensamento atrasado! O estado do RJ está mal! A cidade não pode permitir que anti-democratas entre na prefeitura!
O cara diz que o Brasil não vai aguentar a “gente de qualidade duvidosa” que o Lula vai escolher (nem sabemos quem), e a opção a isso é o Flávio Bolsonaro, mano vai tomar naquele lugar, que coisa absurda!!
Se for o Flávio Bolsonaro atropela o Paes. Se for um desconhecido sem força política aí fica difícil.
Muito bom. Corretíssimo! Coerente seu raciocínio.
Perfeito Jackson.
Com a votação que Bolsonaro teve no Estado do Rio de Janeiro, poderá fazer prefeitos fluminenses a perder de vista. A Capital é a primeira da lista.
Eu poderia até levar a sério esse artigo, mas o Jackson estava atacando o Paes no Twitter. Profissional sério não é. Aliás, quem pode falar de “novo rumo” quando as pessoas são as mesmas que afundaram o Brasil? O que Flávio e sua turma entendem de gestão municipal? Imagina discutir pauta local como transporte ou saúde com esses desqualificados.
“Novo rumo”. Pra onde esse Estado miliciano vai?
Jackson tem o dom de prever o fururo. Poderia abrir uma mesinha na Central e cobrar 100 reais a hora pra dizer aos passantes o que vai acontecer na vida dele.
Já era. A Terra voltará a ser redonda. Deus fez a sua escolha.
Dudu Cabral que se cuide…vamos varrer essa praga daqui .
Ensaio perfeito. Em maior ou menor velocidade, as janelas de discurso se encaminharão aos resultados aqui previstos. Fica a torcida do quanto de migalhas que o Rio conseguirá da União nas esferas Estadual e, principalmente, na Municipal.
Jackson do Pandeiro foi um grande instrumentista . . . Para homenagear este percussionista eu inscreveria seu nome na face mais visível do Pão de Açúcar.
Agora . . . preciso de um nome para inscrever na lateral da minha lata de lixo.
Aceito sugestão.
Esse tal de Jackson que escreveu essa matéria nem esconde que é bolsonarista, né! Bandido, clubista! Eduardo Paes certamente irá vencer a família de milicianos.
Vimos em 2018
Vimos na eleição de 2018 e desse ano. Bolsonaro ainda tirou onda vencendo na capital
Onde comprou sua bola de cristal?
Que matéria medonha e tendenciosa. Além de prever futuros absurdos (baseado em vozes da própria cabeça) e ainda se chama de jornalismo.
Só louco aceitará a familícia. Até quem odeia o Paes, se unirá a ele, só para derrotar o Bozonazismo, se este resolve tentar a reeleição. O que voês desejam é um golpe. Aceitem o resultado das urnas. Ninguém criticou o Claudio Castro ser eleito. Ou será que ele não é tão bozoloide como se imagina????
Que artigo tão pouco profissional, deprimente.
É, o papel ou, no caso, a web, realmente aceita qualquer coisa.