Abril: mês de conscientização mundial sobre a rosácea

Fundadora do “Rosácea Grupo”, rede de apoio para pessoas portadoras da doença, a carioca Vanessa Gomes lança projeto nesse mês com apoio de especialistas da área de saúde

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Abril é um mês muito importante para a conscientização mundial sobre a rosácea, uma doença inflamatória crônica da pele que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Esta condição pode causar vermelhidão, inchaço e erupções cutâneas no rosto, além de sintomas como coceira e queimação.

A conscientização sobre a rosácea é particularmente importante porque muitas pessoas que sofrem desta condição enfrentam o estigma social e a discriminação. Embora a rosácea possa afetar qualquer pessoa, independentemente de sua origem étnica, gênero ou idade, muitas vezes é mal compreendida e confundida com outras condições de pele.

A conscientização sobre a rosácea também é importante porque esta condição pode ter um impacto significativo na qualidade de vida das pessoas que a têm. A vermelhidão e o inchaço podem ser constrangedores e afetar a autoestima, e os sintomas podem interferir nas atividades cotidianas, como trabalhar e socializar.

Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia, a doença atinge mais o público feminino, porém o público masculino que costuma ter rosácea pode apresentar quadros mais severos.

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Apesar de não ter cura, felizmente, existem tratamentos disponíveis para a rosácea que podem ajudar as pessoas a controlar seus sintomas e melhorar sua qualidade de vida. Segundo a National Rosacea Society (NRS), cerca de 415 milhões de pessoas no mundo sofrem da doença – e muitas vezes nem sabem. “A rosácea envolve alterações genéticas e muita influência ambiental. Ela é mais comum a partir de 30 a 40 anos, mas existem exceções em pessoas mais novas. É uma doença complexa, mas hoje já avançamos nos estudos e temos diversas maneiras de controlar a rosácea”, esclarece a dermatologista Dra. Daniela Pimentel.

No Brasil, a doença ainda não é amplamente discutida. Portadora da doença, Vanessa Gomes, carioca de 47 anos, sofreu uma crise em 2018 e teve a ideia de criar o “Rosácea Grupo” nas redes sociais. “Já tinha a doença há mais de 1 ano e não conhecia ninguém que também a possuía, além de  pouquíssimos artigos e depoimentos que falassem sobre o assunto. Me sentia perdida. É importante lembrar que a doença requer um diagnóstico médico. No nosso grupo, buscamos trocar experiências e superar as dificuldades da doença juntos”, revela Vanessa, que lança neste mês uma série de vídeos para dar apoio a especialistas na área de saúde.

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Renata Granchi
Renata Granchi é jornalista e publicitária com mestrado em psicologia. Passou pela TV Manchete, TV Globo, Record TV, TV Escola e Jornal do Brasil. Escreveu dois livros didáticos e atualmente é diretora do Diário do Rio. Em paralelo, presta consultoria em comunicação e marketing para empresas do trade.
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