Após pandemia, Carnaval pode impulsionar carreira de músicos; cantora Luara Maysa comenta

Segundo a cantora, a suspensão da folia nos últimos dois anos trouxe consequências negativas para os músicos

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Foto: Divulgação

Oficialmente, esse será o primeiro Carnaval após a pandemia de Covid-19. Em 2022, no Rio de Janeiro por exemplo, os blocos de rua foram cancelados. Isso afetou diretamente quem trabalha com eventos. Consequentemente, os músicos também sentiram o impacto da ausência da festa mais popular do Brasil. Agora, estão com boas expectativas para o retorno da folia.

A cantora Luara Maysa comenta que a suspensão do Carnaval trouxe impacto na renda dos compositores, intérpretes e músicos. Agora, o retorno da festa mais popular do Brasil, as expectativas do setor de entretenimento é surpreender aqueles que esperaram por dois anos pelo evento.

“A suspensão nos últimos dois anos trouxe consequências negativas para os músicos, principalmente na área financeira e profissional. O começo do ano é uma época boa para vender e fazer hits, já que o país está em clima de festejar, dançar e celebrar. Mas, com a falta do Carnaval, isso não foi possível”, contou.

Desde o início de fevereiro, os blocos já são vistos nas ruas. No Rio de Janeiro, por exemplo, terra do samba, as folias começaram, além de shows que preparam o público para a festa. Diante disso, Luara reforça que o mercado da música terá um grande aproveitamento do momento e emplacará shows de muitos artistas.

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“As expectativas desse retorno são altas. Na pandemia surgiram vários artistas novos, que usaram as redes sociais para veicularem lives e se apresentarem. Acredito que as pessoas estão animadas para conhecer e assistir esses artistas performar ao vivo. O Carnaval é uma época maravilhosa, que traz muita alegria para os foliões e aos profissionais que contribuem para a festa acontecer”, comentou.

A cantora reforça ainda que o brasileiro é eclético quando o assunto é música. Funk, pagode, rock e samba podem se misturar durante a folia. De acordo com Luara, o país, além de rico em ritmos, tem um público que recebe bem essa diversidade musical. Mas, reforça que o samba continua como o queridinho da época festiva. A artista traz um apanhado da história do estilo musical.

“Antes da aceitação e popularização do samba, ele era visto com muito preconceito na sociedade. Ele foi criado no Brasil, com origem nos batuques trazidos pelas pessoas pretas escravizadas. Depois da década de 1930, conforme a sua popularização, outros subgêneros surgiram, como o samba-canção, o samba-enredo, a bossa nova, o pagode, o samba-de-breque, entre outros. Quando falamos de samba, imediatamente nos remetemos ao Carnaval e aos desfiles das escolas de samba. Veremos como ambos contribuíram para que o samba se tornasse cada vez mais popular”, concluiu.

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