Assessor do deputado Filippe Poubel é preso em operação que investiga invasões em Brasília

Carlos Victor Carvalho, conhecido como CVC, foi preso no Espírito Santo e levado para Campos, no Norte do RJ

Carlos Victor Carvalho, conhecido como CVC (Foto: Reprodução Redes Sociais)

A Polícia Federal prendeu na manhã desta quinta-feira (19/01) o terceiro alvo da operação Ulysses, que investiga o financiamento e a organização das invasões em Brasília no último dia 8 de janeiro. Carlos Victor Carvalho, conhecido como CVC, foi encontrado em uma pousada no município de Guaçuí, no Espírito Santo.

Carlos é assessor parlamentar do deputado Filippe Poubel (PL-RJ) desde 8 de junho do ano passado e recebe o salário líquido de R$ 5.588,37. Ele passou o último fim de semana em Guarapari (ES) e disse que se apresentaria na noite da última segunda-feira (16), mas não apareceu.

Na tarde desta quinta, Carlos Victor chegou na sede da delegacia da Polícia Federal, em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense.

Com isso, os três mandados de prisão foram cumpridos de forma efetiva“, informou a PF.

Em nota, a assessoria do deputado diz que tomou conhecimento pela imprensa do caso e que “Poubel sempre repudiou atos ilegais e evidenciou respeito aos valores democráticos”.

Sendo assim, o gabinete do parlamentar vai buscar informações sobre os fatos veiculados na imprensa, para que não ocorram antecipadamente condenações sem o devido processo administrativo e legal”, diz o texto.

O primeiro detido da operação foi o subtenente do Corpo de Bombeiros Roberto Henrique de Souza Júnior, de 52 anos. Ele estava em casa, nesta segunda, quando foi surpreendido pelos agentes da Polícia Federal (PF). Já Elizângela Cunha Pimentel Braga, de 48 anos, se entregou à PF no final da noite de segunda, acompanhada da defesa.

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3 COMENTÁRIOS

  1. Infelizmente, no meu humilde ponto de vista. Há uma completa inversão do devido processo legal em várias das ações levadas a efeito pelo STF e que prescinde de acompanhamento e a devida manifestação do Ministério Público Federal, o titular da ação penal. Não consigo aceitar que um supremo tribunal federal instaure inquérito, o conduza, produza provas e ao final será o próprio julgador. Realmente o Brasil tem que dar uma aula ao governo americano, a CIA, ao FBI e a outras instituições de segurança, em como se consegue prender tantos “terroristas”. O devido processo legal, exige a individualização de condutas, o dolo, o modos operandi. O dolo é a vontade livre e consciente de atentar contra o Estado Democrático de Direito. Será que os quase 1.300 cidadãos que estavam acampados em frente ao QG do Comando do Exercito, são efetivamente TERRORISTAS. Vamos aguardar o desenrolar das imparciais investigações que estão sendo conduzidas pelos supremos ministros.

  2. No Brasil manifestação é crime político, É TERRORISMO! Ninguém pode discordar, ninguém pode falar mal das urnas, xingar o STF, enfim…Ninguém mais pode ser anarquista, libertário, trotskista, punk…Mas pode ser comunista, pode defender a cor vermelha na bandeira, pode andar com camisa de Gue Guevara, pode defender ditaduras, pode elogiar Cuba e China, que são “exemplos de democracia”!!! E não pode ter armas, porque armas matam, mas pode abortar sempre que quiser, o sexo é livre, depois a gente se livra do feto. Pode entrar na igreja, depredar e xingar pessoas de idade, isso pode, mas protestar contra o STF ter libertado um ladrão não pode. TUDO INVERTIDO NESSE PAÍS.

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