Azul terá voos internacionais partindo do Aeroporto de Jacarepaguá em julho

Atualmente, Lisboa é a campeã de vendas, com passagens a partir de R$ 3.143

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Foto: Reprodução

A companhia aérea Azul está expandindo suas rotas para atender à crescente demanda por viagens internacionais e domésticas a partir do Aeroporto de Jacarepaguá, visando um público composto por moradores da Barra da Tijuca e arredores em busca de comodidade, já que a região fica bem distantes de outros aeroportos do município, como o Galeão e o Santos Dumont.

A partir de julho, os passageiros terão acesso a voos diretos para destinos internacionais como Lisboa, Paris, Orlando, Fort Lauderdale e Curaçau. Os voos terão como pontos de conexão os aeroportos de Congonhas (São Paulo), Viracopos (Campinas) ou Confins (Belo Horizonte), proporcionando uma variedade de opções para viagens rumo aos Estados Unidos e Europa.

A empresa aumentará sua oferta de voos diários para até 13 frequências para os três aeroportos de conexão. As viagens para esses destinos a partir de Jacarepaguá estarão disponíveis exclusivamente na classe econômica, com o objetivo de atrair um público diversificado que inclui empresários, artistas e participantes de eventos na região.

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Lisboa desponta como o destino mais procurado até o momento, com passagens já disponíveis para venda no site da companhia. Os voos, operados pela subsidiária Azul Conecta em aeronaves turboélice, terão início em 8 de julho. As passagens para a capital portuguesa estão a partir de R$ 3.143,56.

Além dos voos internacionais, a Azul também oferecerá mais opções de voos domésticos a partir de Jacarepaguá. A partir de 8 de junho, os passageiros poderão optar por voos com destino ao Aeroporto de Viracopos, em Campinas, com duas frequências diárias em cada sentido. Em julho, está prevista a inauguração dos voos para Belo Horizonte. Desde sua estreia em novembro de 2022, a Azul tem registrado um aumento constante no número de passageiros transportados na rota que conecta o Aeroporto de Jacarepaguá à capital paulista.

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8 COMENTÁRIOS

  1. Sou a favor, se quiser aumentar vôo no Galeão, basta diminuir sdu …Confins ou Vitória. E fazer stop over gratuito no Galeão e construir metrô até Galeão.

  2. A burguesia brasileira é de fato canalha.
    A classe média Carioca-Fluminense balneária é caso para estudo psicológico e sociológico.
    Se faz um esforço danado para a recuperação do Galeão Tom Jobim, e me aparece essa opção internacional, por Jacarepaguá, que na verdade é para municiar o hub aero-internacional paulista.
    Isso vai prejudicar, também, o Santos Dumont.
    O aeroporto de Jacarepaguá só deveria ser homologado para voos comerciais dentro do Estado do Rio de Janeiro e para voos fretados e/ou táxis aéreos.
    Cadê a ANAC?

  3. Absurdo!O aeroporto de Jacarepaguá não tem pista para vôos com aviões maiores e seguros!!!
    Quando acontecer um desastre quem vai se responsabilizar?Aquilo ali não foi construído para isso!!

  4. Absurdo isso! O Rio faz um esforço danado para que o Galeão volte a receber voos internacionais e vem esses mal intencionados da Azul, com isso. Cadê a Dona Sonia Rabelo que gosta de ser contra a Tirolesa do Pão de Açúcar e contra a melhoria do Jardim de Allah. Ela acha normal, por acaso, voos de aviões de grande porte sobrevoando uma região densamente povoada com a Barra e adjacências. Essa ANAC é outro anacronismo.

  5. É exatamente isso, muito cuidado com essa idéia dê girico, têm dedos podres dê paulistas nessas ofertas,cabe ao prefeito Eduardo paz ficar atento a essas conspirações dás companhias aéreas, essas teorias dê vôos dê Jacarepaguá ditos “internacionais”é uma tentativa dê fazer voltar a prática antiga ou seja, esvaziar novamente o “Galeão Tom Jobim”aí ficaria sem nenhum efeito a briga do prefeito Eduardo paz pela importância quê o Tom Jobim têm pára o Rio dê janeiro e Brasil, Jacarepaguá deveria servir aos vôos domésticos,ou só no estado do Rio dê janeiro, prefeito Eduardo paz querem dá uma calça arriada no Rio dê janeiro, fique atento,

  6. Cuidado! A Azul parece estar tentando fazer em Jacarepaguá o que fez no Santos Dumont durante algum tempo, isto é, entulhar o aeroporto de voos de conexão para que as pessoas viajem em voos internacionais a partir de outros aeroportos. Por que não concentrar esses voos no Galeão? É um aeroporto muito maior do que SDU e nem se fala em relação a Jacarepaguá. Com a decisão do governo de limitar os voos em SDU, a Azul está querendo atacar no aeroporto de Jacarepaguá. Claro que o aeroporto e Jacarepaguá é ainda mais limitado do que o Santos Dumont, pois o terminal é muito menor do que o de SDU, que já é pequeno, e a única pista mais curta do que as do SDU, que já são curtíssimas. Acredito que as restrições operacionais de Jacarepaguá sejam ainda bem maiores do que as de SDU. Detalhe: apesar de ser na Barra da Tijuca, é o único aeroporto do Rio de Janeiro, que não fica à beira-mar. Entre o aeroporto de Jacarepaguá e a praia da Barra (direção sul), existem vários condomínios com prédios altos, de modo que, se a aeronave quiser voar sobre o mar, tem de passar perto de vários prédios. Para leste, há as montanhas do maciço da Tijuca; para oeste, as montanhas do maciço da Pedra Branca e, para o norte, as montanhas do maciço do Gericinó/Mendanha. Lembro-me que uma grande reclamação que moradores da Barra faziam com relação ao aeroporto de Jacarepaguá era o barulho dos helicópteros que usavam (creio que ainda usem) o aeródromo. Espero que a ANAC e a SAC estejam atentas a isso e limitem drasticamente os voos da Azul em Jacarepaguá. É uma questão de bom senso. Mas parece que bom senso é algo que tem estado em falta na ANAC e na SAC. Mais um detalhe: que falta faz ao Rio de Janeiro um sistema de transporte de massa eficiente. Eduardo Paes diria que há o BRT Transcarioca que vai da Barra ao aeroporto do Galeão, mas parece que BRT não é visto como transporte de massa de qualidade. Se ao menos tivéssemos uma linha de metrô ou talvez até mesmo um monotrilho onde hoje é linha Amarela ou onde é o corredor Transcarioca, talvez nenhuma empresa estivesse pensando em colocar voos de conexão em Jacarepaguá. Será que alguém pensa em colocar esses voos no Campo de Marte, em São Paulo?

  7. Cuidado com isso! O aeroporto de Jacarepaguá é bem menor do que o Santos Dumont, que já é pequeno, com pista ainda mais curta do que as do Santos Dumont, que já são muito curtas. Além disso, apesar de ficar entre a Barra da Tijuca e Jacarepaguá, é o único aeroporto do Rio de Janeiro que não fica à beira mar. Entre o aeroporto e a praia da Barra (para o Sul), existe uma série de condomínios com prédios altos, de modo que, para voar sobre o mar, a aeronave tem de passar por perto de vários prédios. Para um lado (leste), existem as montanhas do maciço da Tijuca; do outro (oeste), as montanhas do maciço da Pedra Branca. Direcionando a aeronave para o norte, existem as montanhas do maciço do Gericinó/Mendanha. Não sei qual ou quais a(s) rotas que essas aeronaves vão fazer, mas tem de se ter cuidado. Uma reclamação constante dos moradores da Barra com relação aos helicópteros que usavam o aeroporto de Jacarepaguá era o barulho. Um pouco de bom senso da Anac e da SAC seria conveniente no sentido de se fazerem estudos sobre a viabilidade desses voos e ao aumento de fluxo em Jacarepaguá para que não ocorra o que ocorreu no Santos Dumont. Mas parece que que bom senso anda em falta na Anac e na SAC. Em tempo: que falta faz um bom sistema de transporte de massa na cidade do Rio de Janeiro! Mas tem o BRT, diria Eduardo Paes, ligando a Barra ao Galeão. Mas parece que ninguém considera o BRT como transporte de qualidade. Um metrô ou talvez um monotrilho onde hoje é ou a linha Amarela ou o corredor Transcarioca provavelmente resolveria o problema, e ninguém estaria pensando em entulhar o pequeno aeroporto de Jacarepaguá.

  8. Eu acho melhor mudar o nome do Rio de Janeiro para Rio de São Paulo. Já não basta o que fizeram com o Santos Dumont e agora querem fazer de Jacarepaguá uma filial de São Paulo também. Ora francamente….

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