Com histórico de lojas saqueadas no Centro do Rio, Rua Gonçalves Dias vira alvo de criminosos

Trecho dos mais movimentados da região central do Rio, a Rua Gonçalves Dias abriga a tradicional Confeitaria Colombo, um ponto turístico na capital, que recebe turistas do mundo inteiro

Rua Gonçalves Dias, no Centro do Rio - Foto: Reprodução/Internet

Mais uma loja na Rua Gonçalves Dias, no Centro do Rio, voltou a ser alvo de criminosos. Depois da Arezzo, que foi arrombada e teve sua mercadoria quase toda levada por bandidos no mês passado, a Hope, especializada em lingeries, foi mais uma vítima da insegurança na região. O crime aconteceu neste fim de semana.

Trecho dos mais movimentados da região central do Rio, a Rua Gonçalves Dias abriga a tradicional Confeitaria Colombo, um ponto turístico na capital, que recebe turistas do mundo inteiro. Aos sábados e domingos, porém, o trecho fica vazio, favorecendo a ação dos infratores.

Três assaltos em menos de cinco meses

Uma loja infantil, também na Rua Gonçalves Dias, foi assaltada três vezes em menos de cinco meses. As duas primeiras ocorrências foram em abril e a última em agosto.

Dados do Instituto de Segurança Pública (ISP) contabilizam 52 roubos a estabelecimentos comerciais de janeiro a junho de 2022 na Região Central do Rio. Em comparação com mesmo período de 2021, houve um aumento de 18%.

O DIÁRIO DO RIO entrou em contato com a Polícia Militar para que a corporação pudesse comentar os casos, mas até a publicação desta matéria, não obteve resposta. O espaço está aberto para as considerações.

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4 COMENTÁRIOS

  1. Infelizmente o Centro do RJ não existe mais,se existia deixou de existir,os ladrões estão espalhados por todo lado ali,durante o dia ainda temos os policiais do “Centro Seguro “depois disso só Deus..O q foi tradicional pra o povo hoje só medo de está ali a noite.

  2. Seguindo a especulação imobiliária, o Rio de Janeiro adotou um modelo de metrô quadrado carrissimo no Centro e s incentivo à moradia. Resultado: fora do horário comercial, o Centro é uma cidade fantasma.

    Agora, querem colocar o poder público (polícia) para salvaguardas propriedades.
    Eu sugiro que os donos morem em suas lojas. Pronto, resolvido!

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