Com mais de 33 mil pacientes acamados assistidos, Programa de Atenção Domiciliar ao Idoso completa 13 anos

Voltado para pacientes com mais de 60 anos, o Padi, da Prefeitura, oferece amparo a pacientes com doenças graves, em cuidados paliativos, entre outros critérios clínicos

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O programa atende pessoas com mobilidade comprometida ou acamados / Foto: Edu Kapps (Prefeitura do Rio)

Com mais de 33 mil pessoas atendidas na cidade do Rio de Janeiro, o Programa de Atenção Domiciliar ao Idoso (Padi), da Prefeitura, completou 13 anos, nesta quinta-feira (10). O foco do Padi é a assistência a pacientes com mobilidade comprometida ou acamados por doenças crônicas agravadas, pacientes que passaram por internações prolongadas ou recorrentes, ou ainda pessoas em cuidados paliativos, entre outros critérios clínicos. A preferência de atendimento é de pacientes com mais de 60 anos, mas pessoas mais jovens também podem ser assistidas pelo programa.

“O objetivo do Padi é oferecer à população atenção domiciliar humanizada, com o benefício da redução do tempo de internação de pacientes, possibilitando um retorno mais breve dos usuários aos seus lares e ao convívio familiar. Além de possibilitar maior rotatividade dos leitos hospitalares”, explicou o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz.

O Padi realiza procedimentos gerais, de média e alta complexidade. Com isso, reduz o tempo de internação, além de promover mais qualidade de vida para pacientes e familiares, ao reduzir a necessidade de idas regulares às unidades hospitalares.

Nos cinco primeiros meses de 2023, foram realizados 95.709 procedimentos gerais, contra 78.491, no mesmo período de 2022, apresentando um acréscimo de 22% de pessoas atendidas. Já os procedimentos de média e alta complexidade registraram um aumento de 49%, entre janeiro e maio deste, quando 697 pacientes foram atendidos. No mesmo período de 2022, o Padi realizou 467 atendimentos. Através da assistência foi possível reduzir o tempo médio de internação hospitalar, além de acelerar a recuperação dos pacientes.

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A ampliação do atendimento pelo Padi é possível graças à captação ativa entre os internados em hospitais da rede municipal. Para o atendimento de um idoso que está acamado em sua residência, o responsável deve solicitar a inclusão do paciente no programa por meio de uma das 237 clínicas da família ou centros municipais de saúde do Rio, que fazem uma triagem dos casos previstos pelo Padi. Em caso de adequação, os pacientes são incluídos no Sistema de Regulação (Sisreg) para o início da prestação do serviço.

O programa conta com 13 equipes multiprofissionais integradas por médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e fisioterapeutas. Também integram o Padi cinco equipes de apoio formadas por assistentes sociais, nutricionistas, psicólogos, odontólogos, fonoaudiólogos e terapeutas ocupacionais.

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