Com novo tomógrafo, Hospital Geral de Nova Iguaçu pretende aumentar o número de pacientes atendidos

O diretor-geral do HGNI destacou que, além de ser mais preciso e rápido, o novo tomógrafo também é mais seguro para o radiologista que o opera

HGNI deve começar a operar o novo tomógrafo de última geração, em setembro / Fotos: Renato Fonseca (PMNI)

O Hospital Geral de Nova Iguaçu (HGNI) recebeu do Ministério da Saúde (MS), na última quinta-feira (25), um tomógrafo de última geração. O aparelho, que deve entrar em funcionamento em setembro, tem capacidade para fazer exames de imagem de maior complexidade, em alta resolução e de forma mais rápida e precisa. O equipamento já está sendo instalado no Centro de Imagem da unidade, que passa por intervenções para a sua ampliação. As informações são da rádio Tupi.

Segundo o prefeito de Nova Iguaçu, Rogério Lisboa, a chegada do aparelho vem em um momento muito oportuno, uma vez que a regionalização da unidade hospitalar operou um acréscimo no número de pacientes atendidos diariamente na instituição.

“O HGNI é um hospital que passou a ter perfil regional e tem uma demanda enorme de atendimentos por dia, principalmente de pacientes que chegam de toda a Baixada Fluminense. Um tomógrafo novo e moderno irá acelerar o tratamento desses pacientes e vai ajudar a salvar muitas vidas”, destacou Rogerio Lisboa.

O novo tomógrafo viabilizará o aumento do número de atendimentos pelo HGNI, evitando que os pacientes sejam transferidos para outras unidades hospitalares. O antigo equipamento, por sua vez, ficará à disposição da Secretaria Municipal de Saúde (SEMUS) para ser utilizado em outros serviços de urgência e emergência do município.

Agora, o HGNI passa a contar com dois aparelhos de tomografia computadorizada, além dos equipamentos de raio-x, ecocardiograma e ultrassonografia, que fazem parte da modernização do Centro de Imagem da unidade.

O diretor-geral do HGNI, Joé Sestello, destacou que, além de ser mais preciso e rápido, o novo tomógrafo também é mais seguro para o radiologista que o opera, pois emite uma baixa dose de radiação.  

“Poderemos realizar tomografias específicas que antes não conseguíamos fazer no HGNI. É um tomógrafo moderno, que utiliza menos contraste e a velocidade da geração da imagem é maior. Oferece mais segurança também ao radiologista, que terá uma imagem em alta definição para fazer um resultado minucioso, de maneira rápida, precisa e segura”, afirmou Joé Sestello.

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