Essa história de neve, suéter, chaminé, meia de tricô não tem nada a ver com o Natal carioca. No auge do nosso calor senegalês, aqui é Sol na cabeça, roupa de praia, janela aberta e, claro, chinelo de dedo. Por isso, nesta humilde crônica de Natal tropical, eu sugiro que os leitores deste Diário do Rio deem ideias de como montarmos uma festa natalina com a nossa cara. Ao nosso estilo. As casas aqui nem chaminé têm. Só se Papai Noel entrasse nos lares usando as churrasqueiras.



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Falando em Papai Noel, um deles aderiu essa minha causa em prol de um Natal carioca. Paulo Mourão, de 68 anos, formado Papai Noel há três anos (sim, existe uma escola para isso), se veste de Bom Velhinho com trajes de praia e distribui presentes para a garotada na Orla de Copacabana.

A garotada também está de acordo com minha luta por um natal carioca. Nas cartinhas para o Papai Noel dos Correios, a meninada desejou presentes próprios para a nossa cidade. Um menino pediu de presente uma mochila para mergulhar e voar. Claramente na intenção de se refrescar diante das altas temperaturas. Inclusive, esse ano não dá mais tempo, mas ano que vem: adote uma cartinha de natal. Mochila para voar é difícil, no entanto, você certamente fará uma criança feliz dando um regalo.

As comidas do nosso natal combinam com o nosso calor? Sei lá. Tenho lá minhas dúvidas. Mas como mesmo assim. E muito. A cerveja gelada, eu sei que cai bem. Desce mais…

São muitas as possibilidades para mudar essa situação. Nós que aderimos esse movimento não queremos acabar com o Natal. Jamais. Uma data tão importante nunca pode ter fim. Todavia, dá para ficar mais com nossa cara. Não tenho suéter para usar todo ano.

E vocês, o que sugerem para um natal mais tropical, mais carioca? Vamos ajudar essa causa.

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