Passei o réveillon e os dias que o antecederam com uns amigos no Sana, interior do Rio de Janeiro. O lugar tem fama de ser área de “doidão”, hippie, natureba, galera paz e amor. Eu gosto muito. Nunca tinha passado a virada de ano lá. Foi ótimo. Deu para descansar um pouco, me divertir muito e observar boas histórias.

Em quatro dias lá, fui testemunha ocular de diálogos e situações, no mínimo, curiosas.

Uma família conversando em uma cachoeira e uma senhora perguntou a um rapaz – parecia filho dela – onde era a próxima “cachu” da trilha. O sujeito disse (falando sério): “Era aqui na frente, se não mudaram ela de lugar.

Em outra situação, quando fui comprar açúcar para fazer café, o atendente do local me disse que estava em falta, mas que ele tinha sal. Falou de uma forma como se um pudesse substituir o outro.



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No banheiro de um camping, um homem disse “isso aqui é uma imundice. Nem no presídio é assim. E olha que puxei cadeia dois meses.”

Já na hora de eu ir embora, um grupo de amigos em um carro passou por mim e deu uma leve parada para sair de um camping. No vidro da frente do veículo tinha uma camisa grudada. Eu avisei a eles. E eles disseram que não haviam visto a peça de roupa…

Visitem o interior do Rio de Janeiro. Vale a pena. Por muitos motivos.

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