Dani Monteiro: Todo Mundo tem Direitos

'O ano de 2022 exigiu muito de todos nós, principalmente daqueles envolvidos com a defesa dos direitos humanos'

Pessoas andam pelo centro do Rio de Janeiro | Foto: Rafa Pereira - Diário do Rio

O ano de 2022 exigiu muito de todos nós, principalmente daqueles envolvidos com a defesa dos direitos humanos. Diante das constantes e diárias barbáries a que boa parte da população do Rio de Janeiro esteve exposta, o trabalho institucional foi posto à prova e, por isso mesmo, recorro aqui ao velho jargão de que a união faz a força. Juntas, instituições das mais diversas áreas estarão à disposição da população, no próximo dia 12, no festival anual Todo Mundo tem Direitos, promovido pela Comissão de Defesa dos Direitos Humanos da Alerj.

A programação do festival é extensa e, durante todo o dia, estarão à disposição da população de doses de vacina, disponibilizadas pelo Programa Nacional de Imunização, a serviços de orientação sobre segurança pública, acesso a direitos e requalificação civil, aulas de educação ambiental e dinâmica corporal. São mais de 20 instituições, movimentos e coletivos, além de artistas e figuras públicas que estarão lá para garantir a programação cultural, oficinas e debates e o axé de que todos nós precisamos.

A data servirá também para o lançamento oficial do relatório anual de atividades da CDDHC da Alerj. No documento, expomos os principais temas com que lidamos durante o ano, os casos mais emblemáticos de violações, e os devidos encaminhamentos. Desde já, registro a nossa gratidão a todos os parceiros que se juntaram a nós nessa caminhada pela garantia de dignidade às populações mais vulneráveis.

E, como não podem faltar, as homenagens serão muitas. Daremos o nosso abraço e reconhecimento a Fernando Luis, Guiadas Urbanas, Assentamento Terra Prometida, Agbará Dudu, CEASM, Roberta Eugenio, Ellen Andrews, Coletivo de Mães de Itaboraí, Mônica Cunha e à inesquecível Alessandra Makkeda.

Festival Todo Mundo tem Direitos
Onde: Buraco do Lume (Estátua Marielle Franco)
Centro
Hora: 10h

PROGRAMAÇÃO
10h – Oficina “Dinâmica corporal: entre a respiração e a escuta” – GINGA-UF
10h – Oficina “Direitos e privacidade digital” – Datalab
11h – Esquete Centro de Teatro do Oprimido
11h20 – Abertura ampla com todos os movimentos, coletivos e instituições representadas
11h30 – Oficina de “Contação de História” – Mel Xacriabá
12h – Roda de Maracá
13h – Aula pública “Educação Ambiental” – Breno Fontel e L’aura Tapajó
13h – Mesa “Território, Cultura e Direitos Humanos”
Babá Dário, Xandy MC, Ebony, Sol Miranda, Nando e Cacique Zé Urutau
Mediação: Suellen Tavares
13h – Lançamento do relatório “Promoção da Saúde e Direitos Humanos no Estado do Rio de Janeiro, FIOCRUZ
15h – Oficina de reconhecimento facial “Tire meu rosto da sua mira” – Horrara
15h – Mesa “Democracia, Cidadania e Direitos Humanos”
Benny Briolly, Mônica Sacramento, Ana Paula Procópio, Alexandra Montgomery e Josemar
Mediação: Mônica Cunha
Programação cultural e entrega de homensagen
17h15 – Jongo da Serrinha
18h30 às 19h30 – 1º set de Roda de Samba
20h – Entrega de homenagens
20h30 às 21h30 – 2º set de Roda de Samba
22h30 – Encerramento

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