Delegacia no Centro do Rio inaugura espaço de acolhimento a crianças e adolescentes vítimas de abuso sexual e violência doméstica

O "Espaço Ser Feliz" que fica na Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima, no Centro do Rio, visa estimular a expressão de sentimentos e cuidar do bem-estar emocional

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Foto: Divulgação

Na última sexta-feira (02/06), a Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (DCAV) inaugurou o “Espaço Ser Feliz”, na sede da especializada, no Centro do Rio, para acolher menores que sofreram abuso sexual ou violência doméstica. O local foi idealizado em parceria com Instituto Anjos Maura de Oliveira e a cerimônia contou com a participação do delegado Luiz Henrique Marques e da primeira-dama do estado, Analine Castro

O ambiente pretende estimular a expressão de sentimentos e promover o desenvolvimento saudável das vítimas, por meio de materiais pedagógicos, educativos e lúdicos, incluindo uma variedade de brinquedos, além de uma estrutura visual projetada para a infância. De acordo com o delegado titular da especializada, o espaço contribuir para o trabalho mais efetivo da DCAV.

O local acolhedor e cuidadosamente projetado permitirá que a criança se sinta completamente à vontade, quebrando a tensão de um ambiente policial. Dessa forma, a nossa equipe vai desenvolver um trabalho mais eficaz, cuidando não apenas das investigações, mas também do bem-estar emocional dessas vítimas. Muitas vezes a única prova que temos é o depoimento da criança ou a forma que ela se expressa a respeito do caso“, afirmou Marques. 

A idealizadora do Instituto Anjos, Maura de Oliveira, vítima de abusos dos 6 aos 16 anos, dá nome a Lei Estadual 9.234/21, sancionada em 2021 pelo governador Cláudio Castro, que tem como objetivo o combate e prevenção ao abuso e exploração sexual infantil. Também presentes na inauguração, ela destacou a importância de combater a violência contra crianças e adolescentes. 

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O ‘Espaço Ser Feliz’ trará luz para a vida de milhares de crianças e adolescentes, que infelizmente, estão sentindo a dor da violência, seja sexual, psicológica ou doméstica. Nós como sociedade precisamos falar uma única voz e devemos nos unir para mudar a consciência da sociedade através do conhecimento. Uma criança que tem conhecimento desde o início, jamais será uma criança abusada. Pais e mães precisam conhecer bem seus filhos para juntos evitarem esse problema na raiz“, declarou.

A primeira-dama, que é também presidente de honra da ONG RioSolidario, ganhou o título de madrinha do espaço.

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