Deputada Estadual protocola projetos por maior valorização das mães no mercado de trabalho

A iniciativa da Deputada Dani Balbi defende maior empregabilidade e mais políticas públicas para mulheres que são mães

Advertisement
Receba notícias no WhatsApp
Foto: Daniel Martins/DIÁRIO DO RIO

Visando garantir uma maior empregabilidade e mais políticas públicas para mulheres que são mães e chefes de família, a Deputada Estadual do Rio de Janeiro, Dani Balbi (PC do B), protocolou um pacote com oito Projetos de Lei.

Entre as iniciativas, estão o PL que pede a aprovação do plano estadual de Educação, garantindo que todas as crianças da primeira infância (de 0 a 5 anos) tenham acesso à creche, o que facilitaria o retorno das mães ao mercado de trabalho.

Outro projeto de lei protocolado é o que aumenta o período de licença paternidade de servidores do Governo Estadual de um para três meses, permitindo que, assim, os pais também possam ajudar mais a cuidar dos recém-nascidos. A iniciativa visa evitar a sobrecarga das mulheres.

De olho no mercado de trabalho, a parlamentar pede que as mães de primeira infância tenham prioridade nos critérios de desempate para concursos públicos e pede a extensão do benefício do Programa Renda Melhor Jovem, para atender gestantes do Estado.  

Advertisement

Leia também

MP é acionado para investigar manifestantes que declaram apoio ao Hamas na frente da Câmara do Rio

Deputados propõem destinar R$15 milhões da Alerj para 10 municípios afetados por chuvas no RJ

Voltado para a orientação das mães, outra iniciativa cria o programa “Mãe Solo, Não Sozinha”, voltado para orientação de cuidados com recém-nascidos, aconselhamento familiar e distribuição de roupas, alimentos e medicamentos aos recém-nascidos.

Na justificativa dos projetos, Dani Balbi explica que, segundo pesquisa PNAD realizada pelo IBGE em 2021, nos domicílios em que há crianças de até 3 anos de idade, as mulheres possuem maior dificuldade de serem inseridas no mercado de trabalho. A pesquisa demonstra que 93% dos homens brancos estão ocupados e apenas 62,6% das mulheres brancas estão empregadas.

“As mulheres que são mães de crianças da primeira infância não podem ser relegadas no mercado. É muito claro que as mães de crianças na primeira infância têm maior risco de se afastarem do mercado de trabalho. Por isso, precisamos protegê-las com políticas públicas”, explicou.

Advertisement
Receba notícias no WhatsApp
entrar grupo whatsapp Deputada Estadual protocola projetos por maior valorização das mães no mercado de trabalho

Advertisement

Comente

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui