Editora Fiocruz está entre as finalistas do Prêmio Jabuti 2022

Foto: Divulgação

A Editora Fiocruz está entre os cinco finalistas do 64º Prêmio Jabuti, a maior premiação literária do Brasil, na categoria Ciênciascom o e-book Os Impactos Sociais da Covid-19 no Brasil: populações vulnerabilizadas e respostas à pandemia.  Lançado em 2021, o volume integra a série Informação para Ação na Covid-19, parceria entre Editora Fiocruz e Observatório Covid-19 Fiocruz, com apoio da plataforma SciELO Livros.

O livro foi organizado pelos pesquisadores Gustavo Corrêa Matta, Sergio Rego, Ester Paiva Souto e Jean Segata. Os 17 capítulos do livro reforçam que refletir e agir sobre os efeitos de uma pandemia vai muito além do processo saúde e doença. A obra analisa os fenômenos causados pela pandemia a partir de marcadores sociais diversos, como raça, gênero, classe social, sexualidade, territórios e dinâmicas social e econômica. Em cerca de 230 páginas, o e-book congrega pesquisadores e especialistas das mais diversas áreas, incluindo antropologia, bioética, história, medicina, comunicação, ciência política, psicologia, relações internacionais e políticas públicas.

A Editora já constava na lista de 10 finalistas, divulgada pela CBL no dia 25 de outubro. O e-book organizado pelos pesquisadores Carlos Machado de Freitas, Christovam Barcellos e Daniel Antunes Maciel Villela, também apareceu na primeira lista de finalistas da categoria Ciências. 

A série Informação para Ação na Covid-19 teve como objetivo reunir o conjunto de respostas, pesquisas e ações técnicas produzidas pela Fiocruz durante a pandemia. Com apoio do SciELO Livros, a iniciativa disponibilizou – de 2020 a 2022 – um total de cinco livros exclusivamente em formato digital e acesso aberto.

Os vencedores do 64º Prêmio Jabuti serão anunciados no dia 24 de novembro, durante cerimônia presencial no Theatro Municipal de São Paulo. 

Referência entre os prêmios literários do país, o Jabuti é um patrimônio cultural e, há anos, vem ampliando o alcance da cultura literária nacional. A edição deste ano celebra o centenário da Semana de Arte Moderna de 1922, com o objetivo de valorizar a cultura popular brasileira e o reconhecimento das raízes do país, com destaque para as heranças indígenas e africanas. 

Costa do mar, do Rio, Carioca, da Zona Sul à Oeste, litorânea e pisciana. Como peixe nos meandros da cidade, circulante, aspirante à justiça - advogada, engajada, jornalista aspirante. Do tantã das avenidas, dos blocos de carnaval à força de transformação da política acreditando na informação como salvaguarda de um novo tempo: sonhadora ansiosa por fazer-valer!
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