Foto Cleomir Tavares / Diario do Rio

Na tarde desta terça-feira, 10/8, o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD) ironizou a “tanqueata” de Jair Bolsonaro (sem partido) em Brasília. A parada militar acabou virando motivo de piada, seja pelo estado dos veículos, e pela própria situação vexatória.

Em um post no Twitter, Paes disse ser uma vergonha, e que hoje o mundo vê o Brasil como uma República de Bananas:

Eduardo Paes, normalmente um político conciliador, tem se mostrado cada vez mais como um opositor ao presidente Bolsonaro. Em especial em críticas no atrasos da vacina:

O governador Claudio Castro (PL), que evita brigas mais diretas, e aliado de Bolsonaro, também tem mostrado uma posição mais crítica ao Ministério da Saúde pelos atrasos no envios das doses ao Rio de Janeiro.

7 COMENTÁRIOS

  1. República das bananas a qual ele ajudou e muito em construir, por sinal. Não esqueçamos que as obras das olimpíadas foram um escárnio mundial e que ele “ama” certas companhias, algumas estão presas (olha que interessante?). Eduardo Paes é um lixo de administrador e cínico ao ponto de confundir-se com um verdadeiro palhaço da corte. Ah… a fonte de “informação” dele diz que os tanques foram para intimidar a votação do voto impresso, só que isso não é verdade, esse encontro estava agendado há meses. Enfim… Eduardo Paes sendo Eduardo Paes.

  2. Buscar mais vacinas é importante, brigar para ter mais doses faz parte da administração, e é o papel da Secretaria de Saúde.
    Sabedoria nunca é demais, administrar e fazer política ao mesmo tempo é uma faca de dois gumes, — se não tiver cuidado entra na rota de colisão e a cidade fica sem respaldo federal.
    Paes não parece muito bom para lidar com política partidária, não é atoa que mudou de partido várias vezes. Meio que solto ao vento sem uma bandeira definida.
    Agora à frente do PSD/RJ, pode lhe exigir mais do que pode corresponder.

  3. Engraçado o nervosinho falar isso, pois num país sério, se o Brasil não fosse justamente uma república de bananas, ele estaria preso e inelegível.

  4. Falou o ‘nervosinho’ da Odebrecht,
    soldado do bandidão,
    office boy do Cabral,
    que acha ruim ter alma de pobre,
    que xingou evangélicos de fdp,
    e que falou que Maricá era uma M…

    Mas até hoje não explicou por que estava “com medo de receber” funcionários de empreiteira, quando a Lava Jato começou a prender corrupto.

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