Em entrevista para podcast, Ceciliano fala sobre mandatos como prefeito de Paracambi e disputa ao Senado

Ceciliano foi prefeito de Paracambi por dois mandatos, entre 2001 e 2009

Foto: Divulgação

O candidato a senador pela Federação Brasil da Esperança (PT/PCdoB/PV), André Ceciliano, concedeu, nesta sexta-feira (09/09), uma entrevista ao podcast Mais ou Menos, sediado em Paracambi, município da Baixada Fluminense onde André foi prefeito por dois mandatos. Na conversa, ele falou sobre avanços da sua gestão nas áreas da Educação, Saúde, Segurança Pública e Infraestrutura.

Quando eu assumi aqui, tinha alunos da quarta a sexta séries que não sabiam ler, eram analfabetos. Porque o prefeito anterior daqui tinha adotado aquele sistema de aprovação automática e aquilo fez muito mal para os nossos alunos“, disse.

Na época, André implementou aulas de reforço nas escolas e ampliou as turmas, passando a atender alunos da 1ª a 8ª série. Antes, a maioria das escolas de Paracambi oferecia apenas o primeiro ciclo do Ensino Fundamental, de 1ª a 4ª série. Também implementou projetos esportivos e musicais e implementou a Fábrica do Conhecimento, complexo educacional que hoje reúne 16 cursos superiores, sete de pós-graduação e uma unidade da Escola de Música Villa-Lobos.

Na conversa, André ainda lembrou da ampliação dos postos de saúde e de vacinação, das obras de saneamento e do asfaltamento das ruas da cidade – investimentos que contribuíram para a melhora na qualidade de vida dos paracambienses.

A menos de 30 dias do primeiro turno das eleições, André Ceciliano defendeu porque é o candidato mais preparado para representar o Rio no Senado Federal: “eu conheço todo o estado, desde o sul até o norte fluminense. Mais do que isso, conheço também os problemas e as soluções para eles. Hoje temos uma fome e um desemprego imensos, são mais de três milhões de pessoas passando fome no Rio e mais de 33 milhões em todo o país“.

O candidato defendeu ainda a retomada das obras federais no estado (dentre elas, o Arco Metropolitano e a refinaria de Itaboraí) e a contratação de mão-de-obra fluminense para reparos nas embarcações da Petrobras como essenciais para o crescimento do número de empregos.

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