Em visita à Zona Norte, Paulo Ganime critica ineficiência do transporte público e corrupção no Estado do Rio

Se o dinheiro que está sendo usado no esquema de funcionários fantasmas do Ceperj e na UERJ estivesse sendo usado na saúde, a gente estaria hoje zerando a fila das cirurgias eletivas" disse Ganime

Deputado Paulo Gamine (NOVO) durante agenda de campanha na Zona Norte do Rio / Divulgação

Em mais um dia agenda de campanha, o deputado federal e candidato ao Governo do Rio, Paulo Ganime (Novo) reuniu-se com representantes do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado do Rio de Janeiro (Sinduscon-Rio), nesta terça-feira (13), no Centro do Rio de Janeiro, para apresentar o seu programa de governo.

Em seguida, Ganime fez panfletagem na estação de trem em Ramos, na Zona Norte, onde conversou com a população local sobre os problemas que afetam a região. Um dos entraves destacados foi a ineficiência do transporte público. Paulo Ganime explicou que, atualmente, o sistema é incompleto por não integrar todos os modais em um só bilhete, de forma a permitir ao trabalhador uma melhor mobilidade a um preço mais justo. O deputado prometeu aos usuários do sistema dar mais atenção a essa temática, caso seja eleito.

“A gente tem que pensar no metrô, no ônibus, nas barcas e no trem de forma integrada. O bilhete único que hoje só tem 2 ” pernas ” vão ter 3 “pernas “para o trabalhador com um valor acessível. A gente tem visto pessoas dormindo no Centro que não voltam para casa durante a semana porque não conseguem pagar o preço da passagem. A gente não pode mais aceitar isso”, afirmou Paulo Ganime.

Em visita à Praça das Nações, em Bonsucesso, Ganime voltou a criticar a corrupção no Estado do Rio de Janeiro, citando os casos dos funcionários fantasmas da Fundação Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores Públicos do Rio de Janeiro (Ceperj) e na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Segundo o deputado, se o dinheiro desviado em casos de corrupção fosse destinado à Saúde, o Rio já teria zerado as filas de cirurgias eletivas.

“Se o dinheiro que está sendo usado no esquema de funcionários fantasmas do Ceperj e na UERJ estivesse sendo usado na saúde, a gente estaria hoje zerando a fila das cirurgias eletivas. Não dá mais para as pessoas morrerem esperando para fazer uma cirurgia ou um exame. Nós vamos integrar os sistemas de saúde do SISREG e SER e dar transparência. O nosso compromisso é o Programa Fila Zero com exames e atendimentos em até 1 mês e cirurgias eletivas em no máximo 3 meses.”, disse o candidato ao Governo do Estado.

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