Esqueceram do Galeão – Bastidores do Rio

Xerife do Centro, Alberto Szafran, empolga comerciantes que querem Ordem no Centro do Rio e mercado no Rio chamando biscoito de bolacha

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Foto: Daniel Martins/Diário do Rio

Xerife
O discurso de ordem do Xerife do Centro, digo, Subprefeito, Alberto Szafran, empolgou os comerciantes do Polo da Praça XV em reunião nesta semana.

Xerife II
Ele não deu o braço a torcer, mesmo pré-candidato a vereador não se fez de rogado com aqueles que queriam manter a desordem na região. Pode ter perdido o voto deles, mas ganhou o respeito dos outros.

Dados (?)
A Secretaria Municipal de Turismo lançou seu Observatório do Turismo com toda pompa e circunstância. Para quem precisa de dados para criar e gerenciar políticas públicas, parece uma grande mão na roda. Parece.

Dados (?) II
Pena que o site do Observatório é confuso, com diversos links que não levam nada a lugar algum e um relatório apresentado que parece ter sido feito por um estagiário sem supervisão. Os gráficos são confusos e não tem uniformidade entre eles.

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Dados (?) III
Até quando quer acertar, o turismo carioca consegue errar. Uma pena.

Esqueceram
Pois é, no Rio se esquecem dos problemas, agora é o Aeroporto do Galeão. O Ministro Márcio França adiou a reunião com Eduardo Paes e Claudio Castro e ficou por isso mesmo.

Esqueceram II
E a indignação? Fica por conta de quem tem memória, e no Rio conta-se nos dedos. No caso o jornalista Claudio Magnavita, eu e mais alguns.

Absurdo
Tem supermercado no Rio de Janeiro vendendo biscoito e chamando de BOLACHA. Merece boicote.

Absurdo II
Enquanto isso, na cantina do Theatro Municipal chamam o joelho de italiano… Como se aqui fosse Niterói. Uma lástima, mas perdoável.

Pré-campanha
O painel digital do Tijuca Tenis Clube, além de campanha para empresas diversas, está fazendo pré-campanha para Eduardo Paes e o vereador garçom Marcio Ribeiro. Será que tem autorização da Prefeitura do Rio? Fica a dúvida para o subprefeito Felipe Quintans.

Lançamento
Será lançado no dia 23/5, às 19h, na Livraria da Travessa do Shopping Leblon, o livro “Ana Tereza Basilio: A vitória do devido processo legal“, escrito por André Felipe de LimaMichelangelo Moura e Sérgio Pugliese. A obra narra episódios da carreira da advogada, que é vice-presidente da OAB-RJ.

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26 COMENTÁRIOS

  1. Os 5 bilhões de carga internacional (comércio exterior) pode ser transferido ao aeroporto de Cabo Frio , evita o êxito de desempregados , evita violência. Mas ganha 50 bilhões com.projeto de moradias “minha casa , minha vida” , zona franca , estádio do flamengo e etc . Desativar estas pistas é um diamante para o.progresso do Rio de Janeiro.

  2. Lendo isso, acho que se for para não perder 5 bilhões todo ano dá pra botar um metrô blindado contra míssil do galeão à avenida atlântica. Só acho.

  3. Na época Odebrecht e o.PT enganaram Singapura passando a falsa impressão de movimentação de passageiros , Singapura com uma lavagem cerebral olhou o fusquinha 66 como uma Ferrari Zero e impôs no leilão da concessão uma oferta que jamais a concorrência fosse competir . Agora é falta de ética reduzir o preço da outorga , trato é trato , a vencedora da concessão tem que cumprir seu papel de pagar um fusquinha 66 a preço de Ferrari Zero e impossível e anti ético reduzir a outorga preço de um marea 99.

  4. https://www.linkedin.com/posts/riley-rodrigues-523ba041_crise-gale%C3%A3o-santos-dumont-o-que-n%C3%A3o-estamos-activity-7065336543476953088-k_BJ?utm_source=share&utm_medium=member_desktop

    *CRISE GALEÃO – SANTOS DUMONT: O QUE NÃO ESTAMOS ENXERGANDO (OU NOS RECUSAMOS A VER)?*

    A Changi pediu até 31 de maio para definir se permanece ou não com a concessão do Aeroporto Internacional do Galeão – Tom Jobim. Desde 2014 a concessionária não obteve um único ano de lucro. As previsões que pautaram o edital, do comportamento da economia (o governo escondeu a crise que já estava instalada com a Nova Matriz Econômica) à previsão de passageiros, se mostraram mentirosas.

    O vencedor dobrou o Cabo das Tormentas da irresponsabilidade ao oferecer uma outorga de R$ 19 bilhões por 25 anos de concessão, acima do que foi pago ao maior aeroporto do país, Guarulhos (R$ 17,7 bilhões em 2012 por 20 anos) e do bônus oferecido em 2013 pelo campo de petróleo de Libra, de R$ 15 bilhões (além da porcentagem mínima de 41,65% de excedente e royalties). Lembramos um detalhe: o valor pago não foi por todo o aeroporto, mas por 51%. A Infraero ficou com 49%.

    Galeão: a Changi pediu mais prazo porque, além de suas análises internas, espera pelos avanços de questões, por exemplo, como o uso de precatórios para o pagamento de parte da outorga, a possibilidade de reduzir o valor da outorga ou transformar em investimentos, os benefícios tributários propostos pelo governo do estado e da cidade do Rio de Janeiro para as atividades aeroportuárias (ICMS e ISS), discussão do reequilíbrio dos contratos, com transferência de parte da outorga anual (R$ 1,3 bilhão) para o final do contrato. A situação do Galeão deve ser tratada de forma individual, embora com visão de conjunto.

    Santos Dumont: o aeroporto, que jamais tirou um único passageiro do Galeão, outra vez vai contribuir para o Galeão crescer, como fez entre 2004 e 2009, quando ficou restrito à ponte aérea RJ/SP (à época, a lei permitia a canetada, hoje, não permite). Para isso terá de obedecer a capacidade de movimentação de passageiros. Na configuração atual, 6,5 milhões com nível ótimo, sem qualidade entre 6,5 e 8 milhões, saturado entre 8 e 9 milhões e necrosado acima de 9 milhões. Esse processo pode levar até 4 milhões de passageiros para o Galeão. Mas, mesmo que se fechasse o Santos Dumont e mandasse todos os passageiros para o Galeão, não se resolveria o problema do aeroporto internacional, que é mais profundo.

    Entre 2014 e 2022 a perda de passageiros do aeroporto, na verdade, foi a perda de passageiros do Rio de Janeiro. Foram 13 milhões de passageiros à menos. Estes não foram para o Santos Dumont, que tinha 9,9 milhões e passou para 10,1 milhões. Comportamento vegetativo.

    Dizem que turistas são os principais passageiros de um aeroporto. Não é verdade. Dos 13 milhões de passageiros perdidos pelo Rio de Janeiro, só 5 milhões eram turistas, segundo o Anuário Estatístico do Turismo. Essa perda ocorreu em relação a 2012. Oito milhões de passageiros perdidos pelo Rio de Janeiro não eram turistas.

    Isso me diz que não estamos tratando do problema real, mas suturando cirurgia cardíaca com BandAid. Só não digo que estamos sofrendo de grave miopia, acompanhada de astigmatismo, fotofobia e acromatopsia, porque eu estaria descrevendo minha condição visual e eu estou enxergando que o problema é maior e precisa ser efetivamente diagnosticado e tratado, ou não haverá cura para essa doença.

    • Gostei da sua análise, mas, no final, fiquei com um gostinho de que você não chegou a uma conclusão sobre o verdadeiro problema. Você diz que a maioria dos passageiros não é turista. Deduzo que seriam pessoas da própria cidade. O que ocorreu com elas? Durante a pandemia, até dá para entender. E agora? A população do Rio não está mais viajando? É o que eu entendo. Mas a sua análise foca somente na questão do número de passageiros, sem falar da questão da carga perdida pelo esvaziamento do aeroporto. Outra coisa: dizer que SDU não tirou passageiros de GIG é um pouco forte. A Azul, que concentrou suas operações no Rio em SDU, chegou a operar em GIG para Campinas, Belo Horizonte, Recife, Goiânia. Hoje, operar para essas cidades a partir de SDU. Em GIG, só manteve Campinas. LATAM opera pouquíssimos voos em GIG. Já teve muito mais voos. A mais recente migração foi a da GOL, que até há pouco tempo, priorizava GIG, mas transferiu vários voos para SDU. Claro que teve o fiasco da Itapemirim, que priorizou GIG, mas teve vida curta. Em 2015, SDU movimentou 4,8 milhões de passageiros. Em 2019, 9,1 e, em 2022, 10,1. Só de 2015 a 2019, o movimento de passageiros de SDU praticamente dobrou. Será que faz total sentido dizer que SDU não roubou passageiros de GIG? Pode ser até que só isso não dê conta de todo o problema, mas ajuda a entender um pouco.

      • Olhe novamente os números. O SDU possui mais de 9,2 milhões de passageiros há mais de uma década. O Rio perdeu passageiros, não o GIG, simplesmente. Para se ter um grau de comparação, em movimento nas rodoviarias, o Rio perdeu ainda mais turistas domésticos que em movimento aeroportuário. Basta olhar as estatísticas. E sim, falo em números porque, no final, são eles que importam.
        Um exemplo: o SDU possui mínimo movimento de turismo. A maioria absoluta é por motivo de trabalho, nas pontes RJ-SP, RJ-DF, RJ-SC e RJ-BH. Não se trata de turismo de negócios, mas apenas negócios, como no embarque e desembarque de políticos em seu périplo a Brasília.
        Qual a causa da perda de 13 milhões de passageiros aeroportuários pelo Rio? Não sei exatamente. O que sei é que ficar na dicotomia GIG-SDU só serva para não se apurar os reais problemas e encontrar as devidas soluções de médio e longo prazo.

  5. – Galeão, maior sítio aeroportuário do Brasil;
    – Tem uma pista de 4.000 metros, a maior entre os aeroportos brasileiros;
    – Foi concebido para ser o grande hub brasileiro;
    – Quase nunca fecha;
    – A380 e B747-8 ou Antonov – as maiores aeronaves do mundo podem pousar no Galeão;
    – Injeta 4,5 bilhões de reais/ano na economia do estado, quando em plena operação no sistema Aeroportos;
    – Tudo isso a 20 minutos de Copacabana.

    São números grandiosos e irrefutáveis.

    Como o ministro Márcio França é de São Paulo, faz de tudo para dificultar a retomada plena do Galeão. Ele sabe que isso impactará diretamente as finanças de seu estado.

  6. Ahhh , esqueci . Vcs sabiam que carga aérea doméstica tem mais movimentação em Santos Dumont que no Galeão é as agências de cargas preferem mãos retirar em Santos Dumont. Dúvidas ? Pwrguntem ao setor comercial de cargas das cias aéreas.

    • Não sei de onde você tirou essa informação. Mas os 5 maiores aeroportos do Brasil em movimentação de cargas são: Viracopos, Guarulhos, Manaus, Galeão e Brasília. SDU, no máximo, pode receber pequenas cargas, já que não tem como armazenar grandes cargas, que são as que dão mais dinheiro. Aviões que operam em SDU são, no máximo, de médio porte. Não podem operar com grandes volumes seja pelo tamanho das aeronaves, seja pelo comprimento das pistas.

      • Carga doméstica que estou falando. Aliás você já fez as contas de quanto de carga internacional chega por Campinas e Guarulhos? O que precisamos é expandir a carga internacional por Cabo Frio já que em menos de vinte anos o Galeão estará extinto.

  7. Para quem não sabe , Aeroporto de Cabo Frio é destinado a receber aviões cargueiros. Descem muitos aviões cargueiros procedente do exterior com carga de petróleo e gás.

    Agora em carga doméstica , o Rio não consegue e nem pode fazer frente ao transporte rodoviário que liga aeroporto de Guarulhos (carga) para Rio de Janeiro.

    Obrigado .

  8. Cidades do mundo inteiro valorizam seus aeroportos internacionais, pois sabem o impacto econômico dos voos diretos. Seja por stopover, seja pelo destino principal.

    São Paulo nunca teve apelo turístico mundial. Vivia de sobras do turismo internacional direcionado ao Rio, Nordeste e Amazônia. Como? Via stopover.

    Mas com o tempo foi profissionalizando o turismo, a ponto de agora buscar uma polarização com o Rio – até (quem diria) no Carnaval! Soube valorizar seu aeroporto internacional, construiu acesso ferroviário e patrocina um grande lobby contra nossa cidade e o Galeão.

    Por aqui, as autoridades da cidade e do estado demoraram a acordar para essa realidade. Algumas tentativas pontuais, como a da governadora em 2004, mas nunca foi uma política de Estado. A questão da segurança, que alegam ser a causa do esvaziamento, vai se tornando cada vez mais difícil de controlar, visto que alguns cidadãos deste estado optaram pelo jogo paulista. Por interesses pessoais ou puro desconhecimento.

    Menos turistas, menos impostos para melhorar a segurança pública. Um ciclo vicioso.

    A valorização do Galeão deve ser uma política de Estado. Algum cidadão carioca ou fluminense acha que o Rio não precisa de mais voos internacionais? Pois é. Essa luta também é sua.

    • Concordo inteiramente com o seu comentário. E acrescento mais: São Paulo deve inaugurar, em abril do ano que vem, um aeromóvel que liga a estação de trem de Guarulhos, onde o passageiro tem acesso da estação da/para a Luz, no centro de São Paulo, aos 3 terminais de Guarulhos. Isso é valorizar o aeroporto internacional. Sem falar que a pessoas que defendem o status quo, isto é, SDU crescendo e GIG minguando, pensam em aeroporto somente como partida e chegada de passageiros, mas esquecem-se do aeroporto como partida e chegada de cargas, o que GIG é, mas SDU não é.

      • Obrigado, Antônio Cunha. É bom conversar com gente que sabe o que significa para o estado um voo direto de uma Emirates ou de uma Qatar.

        Como escrevi, cariocas ou fluminenses que são contra o Galeão o fazem por interesses pessoais ou pelo desconhecimento. Além de, infelizmente, haver muitos fakes que nem são do RJ e querem dar palpite como se daqui fossem.

        Estamos juntos nessa luta, Antônio. Abraço.

  9. FIRJAN perder receita de cargas ??? Para que serve o aeroporto de Cabo frio ????? Gera receita para o estado e evita o êxodo de desempregados para dentro da cidade do Rio de Janeiro , assim diminuindo a miséria e a violência para a cidade .

    Uma outra é que a cidade esta sempre batendo recorde de turismo estrangeiro , com estrangeiros vindos oriundos de conexões em Fortaleza, Salvador, Confins, Brasília , Recife e São Paulo e queremos continuar com um aeroporto ocioso a extremo de ter apenas.50 voos em 24 horas ????? Galeao já se considera extinto , não tem como salvar o galeao se a demanda vai sempre optar por Santos Dumont.

    • Como eu te disse na resposta que te dei anteriormente, a maior parte da carga vem pelos voos de passageiros, na barriga do avião. Você acha que companhias estrangeiras vão ter voos de passageiros para Cabo Frio. Você acha que uma Emirates, uma Qatar Airways, uma British, uma KLM, uma Air France, etc. vão voar para Cabo Frio? Não seja ingênuo. Pode ser que cias argentinas até voem para lá, já que os argentinos gostam muito de Búzios. Se a questão são os voos puramente de aviões puramente de carga, esse nem é tanto o problema do Galeão. O problema são os voos de passageiros, que também trazem muita carga. E isso nós estamos perdendo.

  10. Projeto “minha casa , minha vida” aonde está o “quase extinto” e ocioso Galeão , pensem nas centenas de .mlhares de empregos na construção civil nos próximos 20 anos , com emprego a violência diminui e um retorno financeiro bem maior de impostos do que os atuais 4 bilhões que Firjan estima perder.

    Empregos , moradia e desenvolvimento acima de um aeroporto que mal tem 50 voos em 24 horas .

  11. Pode ser que eu esteja errado, mas a intenção do governo federal com relação ao Galeão é a de que a concessionária devolva o aeroporto. Assim, a Infraero ficaria com os dois aeroportos do Rio de Janeiro e poderia promover o tão sonhado reequilíbrio sem ser prejudicada. O atual governo federal tem uma tendência à estatização e deve estar sendo pressionado pela Infraero a não limitar SDU como querem o governador e o prefeito. O problema é a propaganda negativa para o Rio de Janeiro de ter uma empresa como a Changi, administradora do melhor aeroporto do mundo, devolvendo o Galeão. Some-se a isso o fato de que a Infraero nunca foi boa administradora de aeroportos. Poderá, no futuro, talvez distante, haver um novo leilão do Galeão, mas, certamente, vai haver dificuldades para uma nova concessão, e o governo não só terá de abaixar o valor como também diminuir suas expectativas quanto ao ágio e ao número de interessados. Tomara que eu esteja errado.

  12. As informações mais relevantes de turismo não. Quem são e de onde vem os turistas que veem ao Rio? Qual regiões que mais se hospedam? Qual aeroporto no Brasil desembarcou? quais lugares visitaram?..etc…

  13. O maior problema do Aeroporto do Galeão é a Linha Vermelha que já está saturada e sofre com a falta de segurança na sua margem. O trânsito na Linha Vermelha e a falta de um transporte em massa é um outro problema.

  14. – Galeão, maior sítio aeroportuário do Brasil;
    – Tem uma pista de 4.000 metros, a maior entre os aeroportos brasileiros;
    – Foi concebido para ser o grande hub brasileiro;
    – Quase nunca fecha;
    – A380 e B747-8 ou Antonov – as maiores aeronaves do mundo podem pousar no Galeão;
    – Injeta 4,5 bilhões de reais/ano na economia do estado, quando em plena operação no sistema Aeroportos;
    – Tudo isso a 20 minutos de Copacabana.

    São números grandiosos e irrefutáveis.

    Como o ministro Márcio França é de São Paulo, faz de tudo para dificultar a retomada plena do Galeão. Ele sabe que isso impactará diretamente as finanças de seu estado.

  15. Não é que esqueceram do Galeão , a real e absoluta verdade é que ninguém quer embarcar e desembarcar pelo galeao , aliás até mêsmo essas autoridades pró galeão não embarcam pelo galeão , estas são figurinhas carimbadas no Santos Dumont.

    Aliás é a mesma coisa que parar de beber Coca Cola e tomar Pepsi.

    A demanda não vai trocar SDU por GIG , parem de mimimi.

    • Acho que você, ao fazer tal comentário, não se dá conta dos prejuízos que o estado e a cidade têm com esse desequilíbrio entre os aeroportos. Um aeroporto grande como GIG totalmente às moscas e um pequeno como SDU, sobrecarregado. Concordo com sua afirmação de que as pessoas preferem SDU. Ele tem um acesso mais rápido e mais seguro do que GIG. E essa preferência foi criada pelo próprio descaso das autoridades estaduais e municipais com o acesso a GIG. Há muito tempo já poderiam ter construído um metrô para a Ilha do Governador. Isso daria rapidez e segurança para chegar a GIG e sair dele. Eduardo Paes construiu um VLT que liga SDU a diversos pontos importantes do Centro, tais como, Rodoviária Novo Rio, porto do Rio, Central do Brasil, estações do metrô (Cinelândia e Carioca, principalmente). Para GIG, ele fez o malfadado BRT Transcarioca. Ainda que eu reconheça todos os pontos negativos de GIG, não tenho como não torcer para que uma solução seja dada. SDU é um aeroporto pequeno e apenas para passageiros. GIG é um aeroporto grande, para passageiros e cargas. Sem voos para GIG, diminuem as cargas, já que boa parte delas vem na barriga do avião de passageiros. Prejuízo para nossa economia. Não adianta só pensar em passageiros, como parece ser o seu caso.

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