Estação Rubens Paiva: história e curiosidades do metrô que homenageia engenheiro que inspirou filme indicado ao Oscar

Inaugurada em 1998, a estação da Linha 2 homenageia o engenheiro e ex-deputado federal que foi vítima da ditadura militar

PUBLICIDADE
Advertisement
Receba notícias no WhatsApp
Estação Rubens Paiva - Divulgação MetrôRio

Com três indicações ao Oscar 2025, incluindo Melhor Filme Internacional, Ainda Estou Aqui reacendeu a memória de Rubens Paiva, engenheiro e ex-deputado federal cassado e assassinado pela ditadura militar em 1971. No Rio de Janeiro, a história do político também está presente no transporte público: a estação Rubens Paiva, da Linha 2 do MetrôRio, carrega seu nome e guarda homenagens à sua trajetória.

PUBLICIDADE

Localizada na Pavuna, na Zona Norte da cidade, a estação foi inaugurada em 1998 como parte da expansão do metrô para conectar a região ao Centro e à Baixada Fluminense. Em 2014, no Dia do Engenheiro (11 de dezembro), um busto e uma placa foram instalados no local, em uma cerimônia organizada pelo Sindicato dos Engenheiros do Rio de Janeiro, que reuniu familiares de Paiva, incluindo sua filha, Vera.

A ligação do engenheiro com a Pavuna não se limita ao nome da estação. Rubens Paiva foi um dos responsáveis pelo desenvolvimento de projetos habitacionais populares e idealizou um conjunto residencial na região, que também leva seu nome. “Ele tinha muito orgulho dessa obra, voltada para pessoas humildes. Nada mais justo do que nomear a estação próxima ao conjunto habitacional”, afirma Olímpio Alves dos Santos, presidente do sindicato.

Além de seu significado histórico, a estação Rubens Paiva é um importante eixo de transporte na cidade. O local recebe, em média, 180 mil passageiros por mês, cerca de 7.300 por dia, e funciona como ponto de integração entre o metrô e ônibus municipais e intermunicipais.

Curiosidades sobre a estação Rubens Paiva:

? Inauguração em 1998 – Parte da expansão da Linha 2 do MetrôRio, foi criada para facilitar o deslocamento da Zona Norte e da Baixada Fluminense até o Centro da cidade.

? Homenagem a Rubens Paiva – A estação recebeu o nome do engenheiro e político brasileiro, morto pela ditadura militar em 1971.

? Busto e placa comemorativa – Instalados em 2014, reforçam a memória de Rubens Paiva e sua contribuição para o Brasil.

? Conexão com a mobilidade urbana – Além do metrô, a estação faz integração com ônibus municipais e intermunicipais, ampliando o alcance do transporte público.

? Movimentação intensa – A estação registra, em média, 7.300 embarques por dia, totalizando 180 mil passageiros por mês.

Com a repercussão internacional do filme Ainda Estou Aqui, que já rendeu um Globo de Ouro à atriz Fernanda Torres e recebeu indicação ao BAFTA – o “Oscar britânico” –, a história de Rubens Paiva ganha ainda mais visibilidade. Sua memória segue preservada não só no cinema, mas também no cotidiano de milhares de cariocas que passam diariamente pela estação que leva seu nome.

Advertisement
Receba notícias no WhatsApp
entrar grupo whatsapp Estação Rubens Paiva: história e curiosidades do metrô que homenageia engenheiro que inspirou filme indicado ao Oscar
Renata Granchi
Renata Granchi é jornalista e publicitária com mestrado em psicologia. Passou pela TV Manchete, TV Globo, Record TV, TV Escola e Jornal do Brasil. Escreveu dois livros didáticos e atualmente é diretora do Diário do Rio. Em paralelo, presta consultoria em comunicação e marketing para empresas do trade.

2 COMENTÁRIOS

    • Olha um facho que é saudosista de torturador e de assassino de farda, que devia estar preso em vez de glorificado por pústulas.

      Em tempo, viva Rubens Paiva, anistia é o caralho e CISA são meus ovos.

Comente

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui