Pampolha confessa que bombas antigas não foram capazes de drenar excesso de água na Baixada

“Estamos trabalhando apenas com 2 bombas” afirma o governador em exercício. A cheia somada à alta do mar, tornou as bombas do Canal do Outeiro insuficientes para drenar a água

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Moradores do bairro Amapá, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, foram flagrados enfrentando graves alagamentos na manhã desta segunda-feira (15/01). Algumas pessoas caminhavam com a água na altura do peito, enquanto outras subiam nos telhados, acenando para helicópteros em busca de ajuda.

O cenário é resultado das intensas chuvas que atingiram a Região Metropolitana do Rio desde domingo, provocando a morte de 11 pessoas e deixando uma mulher desaparecida. As causas das mortes incluem afogamento, descarga elétrica e soterramento. A situação é agravada pela possibilidade de mais chuvas nesta tarde de segunda-feira.

Moradores da região afetada relatam que o local não estava inundado até a manhã de domingo. No entanto, após as 13h, as águas do Rio Capivari transbordaram, invadindo as ruas e casas.

O Instituto Estadual do Ambiente informou que, devido ao aumento do nível do rio, a água ultrapassou as comportas. A cheia do Rio Iguaçu, somada à alta do mar, tornou as bombas do Canal do Outeiro insuficientes para drenar a água.

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O governador em exercício do RJ, Thiago Pampolha, reconheceu a fragilidade das bombas de drenagem na Região Metropolitana, com apenas 2 das 5 operacionais, em entrevista ao “Bom Dia Rio”, da TV Globo. “Essas bombas são muito antigas, elas foram inauguradas, salvo engano, em 2009 ou 2010, e elas todas estão em situações de muita fragilidade, elas são antigas, e nós estamos trabalhando apenas com 2 bombas.” afirma o governador em exercício.

Os moradores denunciam transbordamento de bueiros. O bairro, localizado no quarto distrito da cidade, próximo à Represa do Garrão e na divisa com Belford Roxo, enfrenta sérios problemas.

A Prefeitura de Duque de Caxias nega a abertura de comportas de represas, mas o Inea investiga a denúncia de moradores sobre comportas abertas, causando os alagamentos. Equipes estão em vários pontos da Baixada Fluminense com máquinas para entender os motivos do não escoamento da água

Desabrigados são acolhidos em um Ciep, o único local seco no bairro. Moradores reclamam da falta de informações e respostas. Alguns utilizam barcos e caiaques para circular no bairro.

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3 COMENTÁRIOS

  1. Isso e o efeito do governador Cláudio Canalha Castro e seu vice Thiago Pamonha que na verdade e aprendiz de politico queria saber de um detalhe o dinheiro da venda da Cedae sérvio para que ,só para encher os bolsos dos nossos governantes e seus comparsas da Alerj e Camara dos vereadores ,Pois o destino certo do dinheiro ficou ao vento.

  2. Pelo visto o dinheiro da venda da CEDAE não foi suficiente para pagar essa conta… Pobre Estado do Rio de Janeiro… Vendeu seus ativos para colher vento.

  3. Quem depende desses fdp pra ter qualquer nível de infraestrutura está “fod….do e mal pago”. Com certeza esses mer… s são sabedores há tempos da situação das bombas. Logo, se não resolveram é porque não quiseram.

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