Uma estátua de 400 kg e 2 metros de altura, que representa D. Rosa Paulina da Fonseca, mãe do primeiro presidente do Brasil, Marechal Deodoro, foi furtada de um monumento que fica na Glória, Zona Sul do Rio.

A gerência de Monumentos e Chafarizes do Rio afirmou que fará o registro de ocorrência nesta segunda-feira (17/02).

O órgão cuida, atualmente, de 1.371 monumentos (bustos, esculturas, estátuas, relógios e chafarizes). O contrato para realizar a manutenção está no valor de R$ 900 mil.

De acordo com o órgão, os monumentos sob a tutela do município são vistoriados e os reparos necessários, como limpeza, conserto hidráulico, elétrico e reposição de pequenas peças, programados para que sejam executados pelo contrato.

No caso de vandalismo ou furto de grandes peças, é feito um levantamento orçamentário, para abrir uma licitação para que seja feita a restauração e reposição.

7 COMENTÁRIOS

  1. Peças com este peso e tamanho, mesmo esquartejadas exigem no mínimo um furgão/fechado para serem transportadas,e, também pela mesma razão, podem estar situadas num raio de 50km. Eu começaria por imagens de câmeras de trânsito na chegada/saída de veículos com estas características, e também levantando antiquários e ferros velhos nesta área ! Pode ser possível estar escondida num raio proximo., para um posterior resgate

  2. Onde estava a Polícia Militar?
    – oficiais no quartel, com altos salários, fazendo bico na arbitragem e caçando uma vaguinha em órgão externo para tirar um extra; soldados e suboficiais, além de um ou outro caçar uma oportunidade de cessão para outro órgão, têm aqueles agrupados (jogados pelos oficiais oi decisão de políticos) numa UPP vivendo uma vida pior que cão, mas têm ainda os maus que estão só para levar o arrego…
    Onde estava o pessoal da Guarda Municipal?
    – dando uma dura no ambulante, no taxista etc – que não deram arrego pra fazerem vista grossa, realizando ações seletivas e fechando os olhos para a desordem debaixo do nariz.
    Onde estava o pessoal do Segurança Presente?
    – ah, esses tem hora para começar e hora para terminar… Sempre de olhos voltados para onde há o interesse privado na proteção (afinal, bancada em parte pelo Comércio local, o que explica a mobilização num período do dia).

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