Soube do movimento que vem gerando um forte “buzz” pela internet, o movimento “Deus Não é Surdo, Igreja sim! Casa de espetáculo não“. Este grupo alerta e reclama do excesso de barulho de templos das mais diversas religiões, especialmente as evangélicas e afro-brasileiras, na primeira com o discurso de alguns pastores, que berram, por achar que o Senhor está no céu e tem de gritar para eles ouvirem, e as afro-brasileiras com seus tambores.

Não há nada contra orarem, a fé é importante na vida das pessoas e sem a ajuda social das religiões o mundo estaria pior. Mas é necessário o respeito a quem não possui a mesma identidade religiosa. Se o pastor grita, que o templo tenha tratamento acústico, o mesmo com as outras igrejas, terreiros e templos. Há vários exemplos no site de templos que respeitam a vizinhança.

Apesar de discordar um pouco do site do movimento, que sai um pouco do seu motivo, que é o “Deus não é surdo” e parte para discutir as técnicas de pastores evangélicos (que não diferem muitas vezes das de outras religiões), o Diário do Rio apoiará o Deus não é surdo.

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