Fábrica que pegou fogo em Ramos estava em situação irregular junto aos Bombeiros e à Receita Federal

Maximus Confecções, na Rua Roberto Silva, produzia fantasias e adereços para escolas de samba dos grupos de acesso do Carnaval carioca

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Pessoas penduradas em janela da fábrica Maximus Confecções, em Ramos, durante incêndio - Foto: Reprodução/TV Globo

A fábrica Maximus Confecções, em Ramos, Zona Norte carioca, que pegou fogo na manhã desta quarta-feira (12/02), não tinha autorização do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ) e da Receita Federal para funcionar.

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De acordo com o coronel Luciano Sarmento, subcomandante-geral do CBMERJ, ”a edificação não possuía aprovação do Corpo de Bombeiros para o funcionamento e não tinha condições mínimas de segurança para estar funcionando”. Além disso, ainda segundo ele, ”o local possuía materiais de alta combustão sem certificado”.

A Receita Federal, por sua vez, informou que a fábrica estava inapta – isto é, não poderia estar funcionando -, desde 2021, quando não apresentou as documentações necessárias para tal.

De acordo com informações da ”TV Globo”, a Maximus Confecções foi aberta em 2021, passando para um novo dono em 2022, e tem quase R$ 6 mil em dívidas junto à Fazenda Nacional.

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