Famosa estátua equestre de Dom Pedro I começa ser revitalizada na Praça Tiradentes

Reforma do histórico monumento integra as ações em comemoração aos 200 anos da Independência do Brasil

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Foto Cleomir Tavares/Diário do Rio

A icônica e clássica estátua de Dom Pedro I, na Praça Tiradentes, no Centro do Rio, começou a ser revitalizada pela Prefeitura. A reforma do histórico monumento integra as ações do município em comemoração aos 200 anos da Independência do Brasil. A escultura foi a primeira pública do país, inaugurada por Dom Pedro II no ano de 1862, no antigo Campo do Polé, na região central do Rio.

A inauguração estava programada para se realizar no dia 25 de março, data da ratificação da constituição brasileira de 1824, mas fortes chuvas adiaram o evento para o dia 30 de março. O monumento foi colocado de frente para a rua da Imperatriz em direção a então sede da Academia Imperial de Belas Artes. Do outro lado, a rua Sete de Setembro levava até a praça da estátua, estabelecendo a ligação com a sede do governo, que ficava no largo do Paço.

Na escultura, D. Pedro se apresenta sobre um cavalo, acenando com a carta constitucional de 1824. Na base as notáveis alegorias dinâmicas de quatro rios brasileiros (Amazonas, Paraná, Madeira e São Francisco) são representadas por grupos escultóricos com indígenas, animais selvagens e plantas nativas.

No friso do pedestal estão os escudos das vinte províncias do Brasil. Na face principal, junto das armas brasileiras, lê-se: “a d. Pedro Primeiro gratidão dos brasileiros”. O embasamento de granito carioca tem 3,30m de altura, o pedestal de bronze mede 6,40m até o alto da cornija e a estátua eqüestre tem 6,00m de altura.

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Reformas na Quinta da Boa Vista e no Museu Nacional

O parque da Quinta da Boa Vista, tradicional área de lazer da Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro, está passando por reformas para comemorar os 200 anos da independência do país. O local serviu de residência para o imperador Dom Pedro I, governante brasileiro que rompeu com Portugal e tornou o Brasil independente em 7 de setembro de 1822.

A Quinta, como é conhecida, inclui o antigo palácio real (que hoje abriga o Museu Nacional) e todo o terreno em volta do edifício. Também viveu ali o pai de Dom Pedro I, Dom João VI, monarca que, de 1808 a 1821, governou o império português sediado no Rio de Janeiro.

As reformas custarão R$ 14,6 milhões apenas no interior do parque e têm previsão de conclusão até o dia 6 de setembro.

A residência propriamente dita, que hoje abriga o Museu Nacional, vinculado à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), também está passando por obras, depois do grande incêndio que destruiu o edifício em setembro de 2018.

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