Fecomércio aponta que confiança dos consumidores em relação à economia do Rio aumentou

Dados do estudo mostram que o otimismo dos fluminenses cresceu 4,8% em menos de um mês

Saara, no centro do Rio. | Foto: Rafa Pereira - Diário do Rio

Uma pesquisa do Instituto Fecomércio de Pesquisas e Análises (IFec RJ) apontou que o otimismo dos fluminenses em relação à economia do Rio de Janeiro para os próximos três meses apresentou estabilidade. De acordo com a sondagem, 47,1% estão pessimistas ou muito pessimistas com o quadro econômico no Estado, contra 47,3% do levantamento feito em novembro. Estão confiantes na retomada 28,5%, contra 27,8% da sondagem anterior.

No entanto, em relação à retomada da economia brasileira, o índice aumentou entre os que estão pessimistas ou muito pessimistas: 44,6% em novembro para 46% em dezembro. A confiança também aumentou de 35,2% no mês passado para 39,8% no novo levantamento.

Nos últimos três meses, 37,2% tiveram muito medo de perder o emprego, 21,2% afirmaram que tiveram pouco medo e 41,6% não tiveram medo. Em relação aos próximos três meses, 35,8% disseram que estão com muito medo de perder o emprego, enquanto 36,9% não têm esse temor. 27,4% relataram estar com pouco medo de perder o emprego.

O número de consumidores inadimplentes ou muito inadimplentes nos últimos três meses ficou em 27,3%, enquanto na pesquisa de novembro esse índice foi de 27,2%. Ficaram pouco inadimplentes 19,7%. No mês anterior eram 13,2%. 52,9% não ficaram inadimplentes, contra 59,7% da última sondagem.

Entre os que ficaram inadimplentes, o cartão de crédito continua sendo o maior motivo, com 62%, seguido de luz, gás, telefone, água e internet (37,2%), crédito pessoal (34,9%), cheque especial (27,9%) e escola, faculdade e curso (16,3%).

O número de consumidores endividados ou muito endividados nos últimos três meses, de acordo com a nova pesquisa, ficou em 42%, acima do levantamento anterior que apresentou índice de 41,7%. Os pouco endividados são 21,2%, contra 20,9% de novembro. 36,9% não ficaram endividados. Na pesquisa do mês passado, eram 37,4%.

O estudo foi feito entre os dias 12 e 15 de dezembro, com 274 pessoas.

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