Força tarefa em sistema de abastecimento de água beneficia 2 milhões de pessoas

Mais de 300 colaboradores participaram do “Dia D” de ações da concessionária, que resultou em melhorias no sistema da Águas do Rio

Foto: Divulgação

Aproveitando a parada do Guandu, feita pela Cedae, na última sexta-feira (25/11), a Águas do Rio executou 65 intervenções no sistema de abastecimento da capital e da Baixada Fluminense. Mais de 300 colaboradores participaram do “Dia D” de ações da concessionária, que resultou em melhorias no sistema que fornece água tratada para cerca de dois milhões de pessoas.

Na capital, o destaque foi a instalação de uma comporta automática no principal sistema de distribuição de água da cidade do Rio, o Túnel Canal. A comporta de grandes dimensões – 3 m de altura por 1,7 m de largura – foi instalada em um trecho da rede que passa no Complexo do Lins, com o objetivo de controlar a vazão e reduzir perdas da água que sai do túnel para o Reservatório dos Macacos, no bairro do Horto, na Zona Sul da cidade.

Para nós, a parada do Guandu é uma oportunidade única de realizar manutenções importantes que necessitam de tubulações fora de operação para serem feitas.  Foram meses de preparação, priorizando as intervenções em uma megaoperação para que fosse possível colocar mais de 300 pessoas atuando de forma simultânea para melhorar o fornecimento, além de evitar desperdício de água potável nos municípios onde atuamos”, explicou o diretor de Operações da Águas do Rio, Josélio Raymundo.

Também foram instalados registros em diversas tubulações, responsáveis por dividir as redes de água em setores menores, reduzindo, assim, a área de desabastecimento diante da necessidade de reparos. A chamada “setorização” foi realizada na Adutora Principal da Baixada Fluminense (APBF), que fornece água para os municípios São João de Meriti, Belford Roxo e Duque de Caxias, beneficiando 112 mil pessoas.

Em Nova Iguaçu foi reparado um vazamento de água na Nova Adutora da Baixada Fluminense (NABF), um dos mais importantes troncos de abastecimento da região, melhorando o fornecimento de água de quase 200 mil pessoas.

O Sistema Guandu, sob a gestão da Cedae, é responsável pela produção de água tratada para a a Região Metropolitana, incluindo os municípios sob responsabilidade da Águas do Rio (Belford Roxo, Duque de Caxias, Mesquita, Nova Iguaçu, Nilópolis, Queimados e São João de Meriti, na Baixada Fluminense).

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5 COMENTÁRIOS

  1. Aos que reclamam da Águas do Rio por falta de água, é justo: recomendo entrar com processo judicial. E se compraram carro pipa, cobrem isso no processo também. O fato é que agora um processo judicial deve funcionar, porque contra a CEDAE, nem isso funcionava às vezes.

  2. É tanta merda deixada pela CEDAE que a Águas do Rio vai precisar de couraça para matar no peito todas as demandas sem se chamuscar muito. Mas com certeza vai se chamuscar. Ainda assim, o prognóstico do trabalho dela é milhões de vezes melhor que o que tínhamos com a CEDAE, que graças a Deus, desapareceu de nossas vistas para sempre. Só falta agora despacharmos a CEDAE da produção de água (a melhor e mais lucrativa parte do serviço).

  3. A operação deve ter sido um êxito prós propósitos da empresa, conseguir ser pior que a CEDAE, pensei que não conseguiriam, mas me enganei, pois no Parque União, na Maré nunca faltado água , mas depois da operação hoje 04/12/2022, fazem 10 dias que não cai uma gota de água nas torneiras. Parabéns Águas do Rio, vocês conseguiram?

  4. A operação deve ter sido um êxito prós propósitos da empresa, conseguir ser pior que a CEDAE, pensei que não conseguiriam, mas me enganei, pois no Parque União, na Maré nunca faltado água , mas depois da operação hoje 04/12/2022, fazem 10 dias que não cai uma gota de água nas torneiras. Parabéns Águas do Rio, vocês conseguiram?

  5. Águas do Rio não fornece água na Vila São Luiz, D. Caxias/RJ.
    Estou há mais de um ano sem uma gota. Para solicitar um caminhão pipa pago é um calvário com muita dificuldade para o cliente.
    Ele cobram 15m3 sem fornecer uma gota, claro, para atender aos investidores de Cingapura.
    Isso não é empresa, é máfia.

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