Agora vai? Fórmula 1 está bem próxima de voltar ao Rio

Autódromo de Deodoro. Foto: Divulgação

Nesta quarta-feira, 08/05, em uma cerimônia de homenagem aos Pracinhas da Segunda Guerra Mundial, no Rio de Janeiro, o presidente da República, Jair Bolsonaro, o governador Wilson Witzel e o prefeito Marcelo Crivella assinaram um termo de cooperação para que o Grande Prêmio de Fórmula 1 de 2020 seja realizado no Rio de Janeiro e não em São Paulo, que é onde acontecem o GPs do Brasil há anos. Caso confirme a notícia, as corridas no Rio serão acontecerão no Autódromo de Deodoro, que será construído. Terá capacidade para até 130 mil pessoas.

“A Fórmula 1 iria deixar o Brasil. Após unirmos forças com o Governo Federal e o Município, conseguimos convencer que o Brasil voltou a ser um país sério e com um futuro próspero. O embaixador da Inglaterra nos procurou aqui no Rio de Janeiro e, com o esforço e cooperação de todos, vamos permitir que o estado novamente seja mais um polo de atração turística com a Fórmula 1”, destacou Witzel.

Na cerimônia foi dito que o Autódromo de Deodoro deve levar entre 6 e 7 meses para ficar pronto.

“O novo autódromo será construído em até seis, sete meses e poderá receber a Fórmula 1 do ano que vem no Rio de Janeiro. Além de aquecer o setor hoteleiro, serão gerados cerca de sete mil empregos diretos e indiretos. Ganham o Rio de Janeiro e o Brasil”, afirmou o presidente Jair Bolsonaro.

Jair Bolsonaro, disse, ainda, que deseja que o novo Autódromo leve o nome de Ayrton Sena, grande piloto brasileiro que morreu em 1994.

A notícia da possível vinda da Fórmula 1 para o Rio é ótima para o turismo, pois é mais um acontecimento para movimentar o calendário de grandes eventos da cidade, como foi em outros tempos, quando a prova disputada no Rio era extremamente concorrida por turistas brasileiros e de outros países.

O Rio de Janeiro foi sede do Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1 em 1978 e a partir de 1981, até 1989, no antigo Autódromo de Jacarepaguá, onde hoje fica o Parque Olímpico.

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5 COMENTÁRIOS

  1. Por que o Estado mais rico do país que é São Paulo abriria mão do evento?
    Alguém procurou o Governador de SP, ou o Prefeito?
    Não tenho dúvida que, ou deve dar pouco retorno, ou isso é um factoide, desses que criam para justificar um gasto público, apenas. Que outra grande intervenção na cidade com custo tão alto para criar condições para desvios das verbas teria o governo e a prefeitura?

  2. Não há nada melhor para fazerem não?
    Um autódromo na cidade com áreas de conflito dominadas pelo tráfico e milícia a menos de 5 km?
    Isso imporá ao poder público colocar UPP’s na região como foi o planejamento da Copa e Olimpíadas.
    E outra. O investimento lá no fim da Zona Norte distante dos outros polos culturais, acessível por rede viária somente, um pouco distante da ferroviária que serve a região e ainda mais da metroviária para um evento uma ou outra vez no ano… é mais uma ação pública para desvio de recursos…

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